Figuras históricas da América Latina

MÉXICO DF, 23 (Notimérica) La historia de América Latina está marcada por la figura de grandes hombres que han definido la vida política, social e intelectual de la región. 20 fotos de figuras históricas que você nunca imaginou que existissem Erin Daley. 07/05/2020. ... Ele foi morto pouco antes da Revolução Russa, que aboliu o regime czarista. E hoje, vamos falar de 5 mulheres que influenciaram a história política da América Latina, além de, claro, mostrar que se em tempos muito mais difíceis elas tinham um Plano e o conquistaram, você também pode! 1. Rigoberta Menchú. Rigoberta nasceu em Uspantán em 1959 e é uma indígena guatemalteca do grupo Quiché-Maia. Os autores de vanguarda mais populares da América Latina são César Abraham Vallejo Mendoza, Vicente Huidobro, Oliverio Girondo, Oswald de Andrade, Mário de Andrade, Jorge Luis Borges, Pablo Neruda, José Ortega e Gasset, Gonzalo Arango e Manuel Maples Arce. O avant-garde é um termo francês originalmente usado para descrever 'a parte principal de uma força ou força naval avançada ... País da América do Norte que pertence também a América Latina.11. Zona térmica que domina as áreas da América Central e do Sul.13. Forma da colonização dos países que formam a América Anglo-Saxônica.15. Principal objetivo do processo de colonização das áreas que compõem a América Latina.16. Porção da América do Sul formada ... Whermeson 12/05/2020 Livro 2017 09: Guia Politicamente Incorreto da América Latina - Leandro Narloch e Duda Teixeira Nas disciplinas de história que tive, não vi nada sobre a América Latina, por isso, o livro não me causou polêmicas: são histórias que vemos em páginas na internet ou filmes. Talvez nisso more o perigo: conhecer somente um lado da história. América Latina ou América Latina é o termo usado para abranger os 20 países da América que falam uma língua de origem latina (espanhol ou português). Esta região é composta por: Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, República Dominicana, Uruguai e Venezuela. Simón Bolívar, Fidel Castro y Che Guevara, principales figuras históricas de América Latina Noviembre 29, 2009 - 12:50 (sbustios) Tras estas figuras representativas, aparecen en la lista el héroe independentista cubano José Martí y otro libertador, José de San Martín / 'Cien años de soledad', 'Pedro Páramo' y 'Las venas abiertas de ... Cadena Antena 3 y la Organización Capital Americana de la Cultura dieron a conocer la lista de los cien personajes, vivos o ya fallecidos, que han influido en la cultura de Latinoamérica. La ... tendências históricas e das suas relações macros- ... essas figuras e os seus círculos ime- ... O trabalho aborda a questão da violência na América Latina dentro de uma perspectiva ...

Um guia para o golpe boliviano de 2019 (tradução automática)

2019.11.12 21:42 xi_save_earth Um guia para o golpe boliviano de 2019 (tradução automática)

Conteúdo original de https://pastebin.com/WWKsnBqR.
Reuni isso para combater os argumentos que tenho visto com mais frequência em relação ao golpe contra Evo Morales na Bolívia.

Reivindicação 1: Evo encheu o tribunal cheio de partidários para que ele pudesse se tornar presidente vitalício

Em 2016, foi realizado um referendo para determinar se Evo Morales seria capaz de concorrer à reeleição. Ele perdeu por pouco este referendo.
Evo Morales concordou em cumprir os resultados do referendo de 2016, impedindo sua candidatura à reeleição até o Supremo Tribunal reverter a decisão.
https://www.lostiempos.com/actualidad/pais/20171129/tribunal-constitucional-avala-reeleccion-indefinida-evo-morales
Muitos estabelecimentos ocidentais alegaram que Evo Morales lotou a corte para manter o poder. No entanto, esta afirmação é questionável.
A constituição boliviana de 2009, aprovada por referendo, especifica o processo pelo qual uma pessoa é submetida ao Supremo Tribunal Federal. Você pode ler a constituição completa aqui: https://web.archive.org/web/20090521023641/http://www.presidencia.gob.bo/download/constitucion.pdf
O processo é o seguinte: Os candidatos ao tribunal constitucional são pré-selecionados pela Assembléia Legislativa. Há um juiz correspondente a cada um dos nove departamentos (estados) da Bolívia. Cada estado vota em seu juiz e o vencedor do voto popular é colocado na quadra.
É absolutamente desonesto agir como se o processo de seleção boliviano fosse menos democrático do que o que existe na grande maioria do mundo. Nos Estados Unidos, os juízes da Suprema Corte são selecionados por uma pessoa (o presidente, que nem precisa ter ganho um voto popular em todo o país) e aprovados sem nenhuma contribuição dos cidadãos pelo Senado (a câmara do Congresso que menos reflete a popularidade vontade, pois é independente da população).
Evo está no poder desde 2006. Embora seja uma quantidade decente de tempo, não vamos esquecer que Angela Merkel é a chefe do ramo executivo da Alemanha desde 2005, e ninguém está questionando seu mandato.

Reivindicação 2: a eleição de 2019 foi cheia de irregularidades ou fraudada

Essa narrativa foi perpetuada pela OEA e por grupos de oposição na Bolívia sem provas.
A primeira alegação de irregularidades eleitorais foi publicada em um comunicado de imprensa da OEA (https://www.oas.org/en/media_centepress_release.asp?sCodigo=E-085/19). A reivindicação deles:
A Missão da OEA manifesta sua profunda preocupação e surpresa com a mudança drástica e difícil de explicar na tendência dos resultados preliminares revelados após o encerramento das pesquisas.
Às 19:40 do domingo, 20 de outubro, o TSE divulgou os resultados do TREP. Esses números indicavam claramente uma segunda rodada, uma tendência que coincidia com a única contagem rápida autorizada e o exercício estatístico da Missão. Nossas informações foram compartilhadas hoje com o TSE e o Ministério de Relações Exteriores.
Às 20:10, o TSE parou de divulgar resultados preliminares, por decisão do plenário, com mais de 80% dos votos contados. 24 horas depois, o TSE apresentou dados com uma inexplicável mudança de tendência que modifica drasticamente o destino da eleição e gera uma perda de confiança no processo eleitoral.
Para entender essa situação, é preciso primeiro entender o sistema eleitoral da Bolívia. Essa análise estatística, conduzida pelo Centro de Pesquisa Econômica e Política em Washington DC, fornece uma boa visão geral do sistema eleitoral: http://cepr.net/images/stories/reports/bolivia-elections-2019-11.pdf?v=2
Há potencialmente duas rodadas nas eleições presidenciais da Bolívia. Um candidato que recebe mais de 50% dos votos, ou pelo menos 40%, com 10 pontos percentuais de vantagem sobre o vice-campeão no primeiro turno, é declarado vencedor. Se nenhum candidato atender a um desses requisitos, os dois candidatos com mais votos deverão se enfrentar nas eleições de segundo turno.
...
O TSE possui dois sistemas de contagem de votos. O primeiro é uma contagem rápida, conhecida como Transmissão de Resultados Eleitorais Preliminares (TREP, a seguir denominada contagem rápida). Este é um sistema que a Bolívia e vários outros países latino-americanos implementaram seguindo as recomendações da OEA. Foi implementado para a eleição de 2019 por uma empresa privada em conjunto com o Serviço de Registro Cívico (SERECÍ), o serviço de registro civil, e foi projetado para fornecer um resultado rápido - mas incompleto e não definitivo - na noite das eleições para dar aos meios de comunicação uma indicação da tendência de votação e informar o público. É improvável que o TSE processe 100% dos resultados na contagem rápida de votos em todo o país devido a limitações logísticas e a quantia processada pode variar amplamente de acordo com a geografia e o tipo de votação. Por exemplo, no referendo constitucional nacional de 2016, processou 81,2% dos resultados antes de realizar uma conferência de imprensa por volta das 18h15. na noite da eleição. Os resultados do referendo autônomo de 2016 foram divulgados para cada jurisdição, com 66,7 a 100% dos resultados processados ​​às 19h30. na noite da eleição. Nas eleições judiciais de 2017, uma Missão de Especialistas Eleitorais da OEA elogiou o desempenho do sistema de contagem rápida por divulgar os resultados em 80%, por volta das 21h30.
O segundo sistema de contagem de votos é a contagem oficial (ou cómputo), que é juridicamente vinculativa sob a lei boliviana. A contagem oficial é mais completa e precisa e leva mais tempo. É o único sistema válido de contagem de votos, e o TSE o utiliza para determinar e anunciar os resultados finais das eleições.
Após a conclusão da votação, as cédulas individuais são contadas nas estações de voto e agregadas em actas ou folhas de registro. Para a contagem rápida não vinculativa, os resultados das folhas de registro são enviados aos operadores de verificação SERECÍ por meio de um aplicativo móvel, juntamente com fotos das próprias folhas. As fichas de registro são então enviadas fisicamente para um Tribunal Eleitoral Departamental (TED), onde as informações são verificadas e inseridas na contagem oficial.
O mesmo relatório também indica que o salto nas votações observado pela OEA não era apenas estatisticamente possível, mas provável. A interrupção nas transmissões do TREP ocorreu porque demorou mais tempo para a votação rural chegar. De qualquer forma, nenhuma irregularidade ocorreu na contagem oficial.
Além disso, uma análise das pesquisas de opinião na Bolívia antes das eleições parece mostrar resultados semelhantes. Pesquisas entre eleitores elegíveis mostraram que Evo recebeu entre 42,8 e 51,9% dos votos contra 25,6 a 34,3% de Mesa: https://www.as-coa.org/articles/poll-tracker-bolivias-2019-presidential-race
Os resultados oficiais das eleições, se é que mostram alguma coisa, mostram um leve impulso para Mesa, com Morales recebendo 47,08% e Mesa recebendo 36,51% dos votos. Esses resultados não são muito diferentes das pesquisas anteriores à eleição.
No entanto, no domingo, a OEA divulgou sua auditoria das eleições e recomendou uma nova eleição. Reservei um tempo para ler esta auditoria e determinar quais eram as suas queixas. Você pode encontrar o texto dessa auditoria aqui (em espanhol): http://www.oas.org/documents/spa/press/Informe-Auditoria-Bolivia-2019.pdf
Suas queixas, resumidas:
Criticou a segurança e o procedimento dos sistemas de computador, tanto para a contagem rápida quanto para a oficial, incluindo reclamações sobre como foi testado, configuração do servidor e controles de acesso ao software.
O redirecionamento de transmissões de certas máquinas na contagem rápida TREP para um servidor externo não reconhecido.
Uma análise de várias irregularidades relatadas constatou que 23% delas eram credíveis.
A OEA reconheceu a dificuldade de verificar os resultados nos municípios de Chuquisaca, Beni, Pando, Potosí e Santa Cruz devido à destruição de cédulas e equipamentos eleitorais. [NOTA: essa destruição pós-eleitoral do material eleitoral ocorreu durante protestos organizados pela oposição de Morales por manifestantes antigovernamentais https://www.thenation.com/article/bolivia-elections-morales/]
Faltava segurança processual das eleições em vários distritos (regras que não são seguidas pelos funcionários eleitorais locais)
Em conseqüência, a OEA concluiu:
A equipe de auditoria não pode validar os resultados da presente eleição e recomenda outro processo eleitoral. O processo futuro deve contar com novas autoridades eleitorais para poder realizar eleições confiáveis.

Reivindicação 3: Este não é um golpe, mas uma restauração da democracia

Quando os resultados desta auditoria foram divulgados, Evo Morales concordou imediatamente com uma nova eleição com uma nova comissão eleitoral. Apesar disso, os líderes da oposição Carlos Mesa e Luis Fernando Camacho exigiram a renúncia de Evo e o impedimento de sua participação nas novas eleições. https://www.theguardian.com/world/2019/nov/10/evo-morales-concedes-to-new-elections-after-serious-irregularities-found
Essa é uma demanda ... interessante: como a auditoria da OEA não encontrou evidências de manipulação por parte do governo Morales ou de seu conselho eleitoral, eles apenas encontraram falhas que poderiam ter sido manipuladas e sua recomendação era que o governo investigasse essas falhas e determinasse a responsabilidade. Exigir uma renúncia do Presidente parece uma postura bastante rígida nesse cenário.
Horas após esse anúncio, vários generais realizaram uma conferência de imprensa na qual pediram a Morales que renunciasse à presidência. Evo cedeu às suas demandas logo depois, concordando em renunciar como presidente para "garantir a paz social".
https://elpais.com/internacional/2019/11/10/actualidad/1573386514_263233.html
Autoridades policiais e militares começaram a prender funcionários da Suprema Corte, funcionários do Tribunal Eleitoral e políticos do partido MAS depois que Evo renunciou.
https://www.notimerica.com/politica/noticia-bolivia-detenidos-25-miembros-tribunales-electorales-irregularidades-comicios-presidenciales-20191111172213.html
Houve um colapso civil, com apoiadores de ambas as partes atacando casas e prédios do governo. A casa de Evo Morales foi arrombada e saqueada. A embaixada da Venezuela na Bolívia também foi demitida.
https://www.clarin.com/mundo/atacaron-casa-evo-morales-cochabamba-saqueos-varias-ciudades-bolivia_0_6zbi-rOV.html
Os líderes da oposição entraram no palácio do governo ainda no domingo, incluindo Luis Fernando Camacho. A Wiphala (bandeira indígena que se tornou a bandeira secundária da Bolívia) foi derrubada. Um dos participantes (um pastor) colocou uma Bíblia na bandeira boliviana e disse: “A Bíblia voltou ao palácio. O Pachamama nunca mais voltará. ”O Pachamama é uma deusa importante do povo indígena da Bolívia.
https://www.jornada.com.mx/ultimas/mundo/2019/11/11/nunca-mas-volvera-la-pachamama-al-palacio-de-gobierno-en-bolivia-3923.html
O próprio Camacho é um ex-membro da União da Juventude de Santa Cruz, que, de acordo com Max Blumenthal, é uma organização nacionalista de direita explicitamente envolvida em violências anti-Morales e anti-indígenas.
https://thegrayzone.com/2019/11/11/bolivia-coup-fascist-foreign-support-fernando-camacho/
Os militares e a polícia já declararam que iniciarão operações para restaurar a ordem na cidade de El Alto. El Alto tem sido historicamente um local de protesto indígena e é uma área que apoia Evo Morales.
https://www.france24.com/es/20191112-bolivia-choques-policia-evo-mortales
Quase todos os políticos na linha de sucessão imediata deixaram o cargo ou foram presos após a remoção de Morales. Isso inclui Alvaro Garcia, ex-vice-presidente, e a presidente do Senado, Adriana Salvatierra (ambos membros do MAS). Jeanine Añez, líder da oposição no Senado, reivindicou o papel de presidente interina. Em outras palavras, o líder do partido minoritário na câmara alta assumiu o controle do poder executivo, apesar de o mandato de Morales das eleições de 2014 o ter mantido no cargo até janeiro do próximo ano, quando o próximo presidente seria ser inaugurado.
https://www.elpais.com.uy/mundo/renuncia-evo-morales-quedara-cargo-bolivia.html
Morales procurou asilo no México e chegou lá hoje. Jeanine Añez disse que o único objetivo de seu governo de transição é promover novas eleições, mas ainda não foi definida uma data. As duas casas do Congresso ainda precisam confirmar sua presidência.
https://www.bbc.com/news/world-latin-america-50383608
No que diz respeito a um golpe, não importa realmente se a auditoria da OEA é precisa na avaliação da fraude eleitoral.
Evo Morales concordou imediatamente em atender ao pedido e só se demitiu depois que os militares o pediram. Definitivamente, isso é um golpe de estado e é altamente incomum que não esteja sendo relatado como tal, especialmente porque atualmente não há presidente em exercício, mas os militares já começaram ações de execução unilateralmente em El Alto.

Bônus: Esta é obviamente uma operação apoiada pelos EUA, certo?

A análise histórica básica leva a suspeitar do envolvimento dos EUA de uma forma ou de outra, mas é importante poder apoiar essas alegações com evidências.
Recentemente, uma série de gravações de áudio vazadas parece ter fornecido as primeiras evidências claras de envolvimento externo na Bolívia. 16 gravações de áudio sugerem que figuras do governo americano, colombiano e brasileiro falaram e apoiaram líderes da oposição boliviana em seu objetivo de remover Morales do poder. Os senadores norte-americanos Marco Rubio, Bob Menendez e Ted Cruz são todos mencionados pelo nome. Os planos descritos nas gravações de áudio vazadas incluem a queima de casas de políticos e o ataque à embaixada cubana.
https://elperiodicocr.com/bolivia-filtran-audios-de-lideres-opositores-llamando-a-un-golpe-de-estado-contra-evo-morales/
Marco Rubio já havia twittado expressando preocupação com as eleições bolivianas logo após as eleições, antes que a OEA emitisse sua declaração de preocupação com as eleições. Rubio escreveu seu tweet às 10h12, enquanto o relatório da OEA era publicado por volta das 21h.
https://twitter.com/marcorubio/status/1186284033178767361 https://twitter.com/OAS_official/status/1186456799089692673
Donald Trump aplaudiu o exército boliviano por remover Evo Morales, chamando sua renúncia de "vitória para a democracia". https://www.whitehouse.gov/briefings-statements/statement-president-donald-j-trump-regarding-resignation-bolivian-president-evo-morales/
O Grayzone informou sobre ligações entre membros da oposição boliviana e agentes de mudança do regime de inteligência dos EUA. O fundador da Rios de Pie, uma organização supostamente ambientalista, tem vários vínculos circunstanciais com a CANVAS, um grupo vinculado à CIA que esteve envolvido em várias operações de mudança de regime. Não é uma prova concreta de nada, mas é suspeita. https://thegrayzone.com/2019/08/29/western-regime-change-operatives-launch-campaign-to-blame-bolivias-evo-morales-for-the-amazon-fires/
Edit: Yuri Calderón (o general que exigiu a renúncia de Morales) trabalhou como adido militar em DC em 2013, e com a APALA (Polícia Agregada da América Latina), com sede em DC.
https://twitter.com/jebsprague/status/1193986589749211136?s=21
Não posso dizer com absoluta certeza que os EUA estiveram envolvidos nesse golpe, mas as considerações históricas e as evidências circunstanciais correspondem a um padrão de operações anteriores de mudança de regime apoiadas pelos EUA em um grau significativo.
Independentemente da sua opinião sobre Evo Morales e se a eleição é questionável, há boas razões para se preocupar com a situação na Bolívia, especialmente para as populações indígenas que historicamente enfrentam violência e opressão racistas. Já vimos atos destrutivos contra símbolos indígenas e os vínculos entre os golpistas e grupos de extrema-direita são significativos.ência, a OEA concluiu:
A equipe de auditoria não pode validar os resultados da presente eleição e recomenda outro processo eleitoral. O processo futuro deve contar com novas autoridades eleitorais para poder realizar eleições confiáveis.
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2018.01.02 22:20 Calabar_king Comunistas de América Latina, se unan... Aquí en el post.

Saudações de um camarada brasileiro. Eu gostaria de pedir que vocês me indicassem livros para entender os países da América Latina. Livros sobre a história, a economia, grandes figuras históricas, enfim, podem listar tudo que julgarem importante
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2017.08.12 06:19 Subversivos Me preocupa oír a los míos defender más que nadie a Maduro... ¡que hay víctimas, hombre!" / "Nadie que haya vivido la Transición diría las cosas que hoy dicen algunos en IU, faltando al respeto a nuestros padres" / "La izquierda federalista tiene que plantarse sin ambages ante el desafío catalán".

Gaspar Llamazares (Logroño, 1957) es un extraño pedazo de pan metido a político y además de izquierdas, que esto en España requiere un plus. De pasarlas canutas con Paco Frutos ha pasado a pasarlas moradas con Pablo Iglesias. O, para ser más precisos, a llevarse algún que otro zapatazo, y alguna que otra invitación a pastar, a cuenta del efecto acomplejador de Iglesias en las “neuróticas” filas de IU. O de un PSOE que parece Yo, Claudio –esto no se le ocurrió a él, pero se rió mucho…-. Ahora, el hombre que no mató a Liberty Valance pero que sí vio su cara en los carteles con que el FBI quería dar caza a Bin Laden acaba de registrar, junto a Baltasar Garzón, un partido político que se llama Actúa y que no se sabe aún oficialmente si va a concurrir a las elecciones. Oficialmente hay tiempo de pensárselo de aquí a las europeas.
Tiene usted razón, señorita, para qué nos vamos a engañar: es verdad que desde que hemos registrado Actúa como partido político, o nos ríen la gracia a mandíbula batiente o nos entran a degüello. No hay mucho término medio, no. Nosotros, desde luego, no hemos hecho nada con voluntad de polémica, hemos tenido que inscribirnos como partido porque era la única opción que nos habían dejado de proteger la marca. Es que hay una empresa que al parecer también usaba la expresión Actúa y amenazaban con una demanda a no ser que la retiráramos o hiciésemos constar que sólo nos interesaba a efectos políticos, no comerciales. Si ya dijo no sé quién el primer día, cuidado, que la palabra “Actúa” se usa mucho en publicidad... Pero no, seguro que la empresa que nos ha buscado las cosquillas no tiene agenda política oculta, es sólo una empresa. ¿Qué empresa? Pues no se lo voy a decir, perdóneme...
¿Que si tengo miedo de que esto acabe como aquella historia de mi cara en los carteles del FBI buscando a Bin Laden? Esperemos que no. Aquello dio lugar a un procedimiento judicial que hoy en día está prácticamente sobreseído. Yo intenté ir a juicio en Estados Unidos, lo intenté en serio a través de una organización americana especializada en la protección de la imagen, pero no se atrevieron, y eso que era ya en la época de Obama. Primero empezaron a enredar pidiendo la traducción al inglés de todos los documentos, luego salieron con que la responsabilidad sólo se podía pedir a la embajada americana en España. En fin, se han ido pasando la pelota unos a otros y al final, nada.
¿Cómo dice, señorita? ¿Qué esta historia mía le recuerda a la de Paco el de la Bomba, el vecino de Palomares que ayudó a los americanos a encontrar la bomba termonuclear que se les había caído allí, que reclamó y reclamó, que llegó a pedir 20 millones de dólares, y sólo se llevó calderilla y una mención? Pues sí, no me extraña nada, estos no te dan ni agua. Y conste que yo no pedía dinero, sólo quería una rehabilitación de mi imagen, de mi cara, de mi pelo.
Patricia Conde presume de cuerpazo en las redes socialesPatricia Conde presume de cuerpazo en las redes socialesBeatriz Martínez de OlcozLa presentadora, muy activa en las redes sociales, ha compartido una imagen en la que deja ver una espectacular figura animando al resto de mujeres a hacer lo mismo, pero sobre todo, a quererse. recomendado por Oiga, que yo estuve cinco años sin salir de vacaciones al extranjero porque mi hija estaba asustada, temíamos que en cualquier frontera pudiéramos tener un lío. ¿Se imagina que fuese ahora, con las delirantes restricciones migratorias de Donald Trump? Vamos, que el tema tuvo consecuencias más allá de dañar mi imagen. El entonces ministro de Defensa, Pepe Bono, escribió una carta a la entonces portavoz demócrata en el Congreso, Nancy Pelosi. El ministro de Exteriores también se involucró, pero nada, todo el mundo lo lamentaba con la boca pequeña y sin plantearse ningún desagravio serio. Que esto ha sido un artista forense con demasiada creatividad, te decían. Y se quedaban tan panchos. ¿Pero de verdad les parece normal hacer montajes de fotos de gente viva para cosas así? ¡Es una barbaridad!
Baltasar Garzón y Gaspar Llamazares en un acto de la plataforma Actúa el pasado mes de abril. Baltasar Garzón y Gaspar Llamazares en un acto de la plataforma Actúa el pasado mes de abril. E.P. Cambiando de tercio me comenta usted ese chascarrillo tan simpático que sí, ya sé que hace días que corre, que dice que desde el momento en que nos hemos juntado Baltasar Garzón y Gaspar Llamazares, sólo nos falta Melchor. Un chiste muy socorrido está siendo ese, sí. Más allá del chiste: me comenta usted que el mismo día que saltó la noticia de la inscripción de Actúa como partido político, a uno de los nombres propios del proyecto, el magistrado José Antonio Martín Pallín, le faltó tiempo para desmarcarse públicamente. Que él no quería saber nada de estar en un partido político y de concurrir a elecciones, dijo. Bueno, es verdad que aquí siempre hemos estado unos y otros a distintas velocidades, con enfoques distintos. Martín Pallín avisó lealmente desde el primer día de que él no quería hacer nada que ni remotamente pareciera que podía fraccionar la representación política de la izquierda. Quizá no le hemos sabido explicar bien el carácter estrictamente instrumental de este tema, de esta inscripción, que en sí no prejuzga para nada que esto vaya a devenir un partido político. Ni mucho menos un competidor electoral de nadie.
Si Actúa debuta electoralmente será en unas europeas para aprovechar la circunscripción única, como Podemos Sí, probablemente no hemos sabido explicarle bien esto a Martín Pallín, entre otras cosas porque el tema nos estalló en las manos a principios de agosto, todo esto que le decía de la marca, señorita. La verdad es que nos quedamos todos muy extrañados, yo el primero. Aunque Teresa Aranguren también me llamó, muy sorprendida. Para empezar, en el Ministerio del Interior nos decían que esto iba muy para largo, al principio todo eran pegas, y así de un día para otro, de repente.
¿Cómo dice? ¿Si yo creo que en Interior alguien puede haber dado la consigna de acelerar nuestra inscripción como partido para j… a alguien? No lo creo, no. Yo estoy segura de que era y es un tema puramente administrativo. Mire, en cuanto se asoma usted al registro de partidos, se encuentra con que hay miles de ellos, de partidos y de partidillos unos vivos, otros medio muertos, otros en coma. El registro de partidos políticos debe de ser una locura. En una futura reforma electoral contemplamos la posibilidad de declarar muertos a todos los partidos que lleven más de determinado tiempo de inactividad; sí, de desconectarles el respirador, se podría decir así. No se ha hecho nunca, y hay miles y miles.
Pero de verdad que en nuestro caso la actividad política y electoral no se puede ni prejuzgar ni descartar. Protegemos la marca por si acaso, porque ya veremos. Hasta ahora Actúa sólo ha hecho un análisis de la situación de la izquierda, de la necesidad de vertebrar una mayoría frente al PP.
Foto: Gtres Foto: Gtres Me pregunta usted a quemarropa si, teniendo en cuenta que el sistema electoral español es una carrera de obstáculos para todos los partidos pequeños, si nos estamos reservando para las elecciones europeas, las únicas que se juegan con circunscripción única, ahí dio la sorpresa Podemos (carraspea). Bueno, sin duda ese es el marco electoral más favorable, sí. Podemos no despegó en unas elecciones generales, donde el sistema mayoritario es un gran lastre. Ni en las municipales ni en las autonómicas, que exigen tener mucha base. Podemos dio el golpe primero en unas europeas, luego fue a autonómicas y finalmente a generales. A las municipales no ha ido nunca, han ido sus marcas blancas asociadas.
Visto lo visto en las últimas legislaturas exprés, me pregunta usted de frente quién de la izquierda tiene la culpa de que el presidente sea Mariano Rajoy y no ninguno de ellos. Bueno, en parte esa ha sido la voluntad de los electores, que en mi opinión han castigado insuficientemente al PP por sus deméritos. Pero es evidente que la mayor responsabilidad es del PSOE, que limitó tanto las posibilidades de acuerdo, le ató demasiado las manos a Pedro Sánchez. Pero Podemos tampoco hizo el esfuerzo suficiente, no fue generoso. Ese fue un punto determinante de inflexión. Íñigo Errejón reconoció que se habían equivocado.
Por primera vez desde la Transición están en juego la hegemonía y las lentejas de la izquierda ¿Cómo? ¿Que suma y sigue con lo de equivocarse, porque ahora van y apartan a Íñigo Errejón? Bueno, yo no entro en conflictos internos de otros partidos. Una de mis críticas a Alberto Garzón, precisamente, ha sido la de posicionar a IU como si fuésemos de Pablo Iglesias, cuando no lo somos. Ni de él, ni de nadie. No estamos con el PSOE ni con Podemos. Lo que queríamos era romper los diques entre las izquierdas y abrir un diálogo, que hubiese menos confrontación e incomprensión. Pero dicho esto, no entramos en conflictos internos de otros partidos, como ya he dicho.
Caza usted al vuelo la oportunidad de preguntarme qué ha pasado con Alberto Garzón, que de ser el líder mejor valorado ha pasado a ser poco menos que el hombre invisible. Bueno, yo creo que hay dos decisiones suyas que explican ese proceso. Una, el ir de repente a las elecciones en coalición, sin avisar, dejando a un millón de votantes huérfanos, sobre todo de IU. Y luego la inmersión en el grupo parlamentario de Podemos, donde el perfil de IU se perdió. Alberto diseñó una táctica de IU para situarse dentro de Podemos. ¿Entrismo a lo trotsko contra Pablo Iglesias?, me pregunta usted con desparpajo. Bueno, la idea de Alberto Garzón era situarse a la izquierda de Podemos. Y Pablo Iglesias, al ir contra Errejón, se deja de transversalismos y se come todo el espacio de la izquierda, izquierda. De tal modo que no hay manera de ser más izquierdista que él.
¿Qué es la gente que comete todos estos errores la que luego me manda a mí “a pastar” en Twitter? Bueno, es verdad que, ante unas determinadas declaraciones de Alberto Garzón yo tuiteo, “sin comentarios”, y ellos contraatacan también en Twitter: “Gaspar, vete a pastar”. ¿Que si estamos como en los tiempos en que yo me las tenía tiesas con Paco Frutos? Qué va, para estos Paco Frutos era hasta un moderado, estos ya saltan a identificarse directamente con Santiago Carrillo, pero encima mal, porque hablan de la Transición de una manera, con una falta de respeto por nuestros padres y por lo convulso que fue todo aquello… Desde luego, nadie que haya estado en primera línea de la batalla política de la Transición dice esas cosas.
Me pregunta usted si, a este paso, cuánto más de izquierda es o dice ser la gente aquí, más mala hostia (se ríe). Yo sí que he detectado, no sin autocrítica, cierta tendencia al dogmatismo y al sectarismo, a creerse en posesión absoluta de la verdad y a excluir a todos. Es verdad que en IU, después de tantas insatisfacciones electorales que la han situado una y otra vez al borde de la extinción, hay un elemento de psicología neurótica. Dentro de la propia organización no sabemos distinguir entre el desacuerdo, el enfado o la ira, podemos mantener entre nosotros mismos una relación muy poco amable.
Con los de fuera desde luego, pero con los de casa, doble ración. Ahora que se vive un cambio político y generacional en IU, resulta que esto no trae más tolerancia y pluralidad, sino menos. Nos sobran nuestros propios compañeros. Menudean las declaraciones extemporáneas, los insultos. Nos perdemos hasta el respeto.
Foto: Gtres Foto: Gtres ¿Qué me parece esta cascada de dimisiones en el grupo parlamentario socialista? Pues a mí me preocupa y creo que a Pedro Sánchez también. Él y yo nos hemos tomado algún café. Yo creo que les conviene ser generosos en la victoria, es muy preocupante que personas relevantes como Eduardo Madina o Antonio Trevín abandonen la política. Con los dos he colaborado y los dos me parecen personas serias. Su marcha supone una pérdida para cualquier partido. Nadie es irreemplazable, pero… Y, además, queda esa terrible imagen de que no hay tregua, de que la batalla sigue.
Yo estuve cinco años sin salir al extranjero por culpa de que el FBI usara mi rostro en un cartel de Bin Laden, intenté ir a juicio en USA pero se ha sobreseído ¿Cómo dice, señorita? ¿Que este PSOE ya parece Yo, Claudio? Pues sí, la pena es eso, que las heridas siguen abiertas en el territorio, que no cesa el forcejeo entre mayorías y minorías, todo esto a la postre nos enfrenta con el problema más profundo, que es, si falta pluralismo interno en la izquierda, ¿cómo lo va a haber externo, de cara al exterior?
Es verdad que siempre ha sido difícil. La inercia del PSOE es la de actuar con la prepotencia de quien se ha sentido siempre la fuerza con mayor masa, yo soy el planeta, tú eres el satélite. Ante eso IU siempre se ha sentido disociada: una parte acusando al PSOE de traidores y la otra parte queriendo pactar. Ha sido siempre como una tensión entre el hermano mayor al que el menor le sobra, el PSOE es como Caín que si puede le pega un viaje a Abel y lo deja en la estacada. Esa lógica gravita también sobre Podemos, aunque ellos pretendan llegar nuevos y hacerse de nuevos. Lo cierto es que el PSOE teme seriamente por fin perder la hegemonía. Está de verdad en juego, por primera vez desde la Transición, la primogenitura de la izquierda. ¿Y las lentejas? También, también.
¿Que si Podemos me recuerda a mí la pesadilla del PCE? ¿Que cómo se me queda a mí el cuerpo, por ejemplo, cuando les oigo hablar de Venezuela? Mire, a mí me preocupa más cómo defienden aquello los míos que los de Podemos, que a veces la gente cuando ya no sabe qué hacer para diferenciarse y para parecer más radical, pues hala, a defender todavía más a Maduro… Yo mira que estoy muy preocupado, mucho, por la estrategia subversiva de la derecha en toda la América Latina; en Venezuela está ganando esta estrategia subversiva de la derecha, pero es que la reacción de la izquierda, tan autoritaria, me preocupa todavía más, si eso es lo que no deja de dar baza tras baza a la derecha. Sin dejar de ser solidario con la izquierda bolivariana, hay que poner algún límite. No se puede aceptar el retroceso de las libertades o de la igualdad social. No puedes eludir la realidad, la evidencia. ¡Que hay víctimas, hombre! En eso nos hemos equivocado.
Estando Baltasar Garzón y yo juntos en Actúa nos dicen que sólo nos falta un Melchor, es un chiste muy socorrido, sí… En cambio, en el tema catalán, yo estoy mucho más con Alberto que con Pablo. Hay que decir no al referéndum, que no es verdad que sea un acto de movilización social. En absoluto. En Cataluña estamos ante una de las situaciones más complicadas que ha habido en el modelo territorial España. Lo del País Vasco fue peor por la presencia de la violencia terrorista, pero ahora en Cataluña todo es muy complicado. Ante esta iniciativa unilateral de segregación, se impone una firme respuesta legal, que no penal. Pero la ley y la Constitucion no pueden ser banalizadas, esto no es, insisto, una movilizacion ciudadana más. Están usando las instituciones catalanas para impulsar un proceso de secesión y ante eso una izquierda federalista se tiene que plantar sin ambages. Diferenciándote de Rajoy en la deriva penal, que eso además alimenta el agravio, pero sin negar la evidencia de que los secesionistas están haciendo activismo institucional como la copa de un pino, y ademas buscando reconocimiento internacional encima.
¿Qué haría yo entonces?, me pregunta usted. ¿Poner multas? Pues sí, ir por la vía civil administrativa, a deslegitimar institucionalmente. ¿Lo de rendir cuentas ante el FLA de que no se gastan un euro en el referéndum? Eso me pareció un mecanismo preventivo, un tanto discutible desde el punto de vista legal. Pedir cuentas a posteriori todavía, pero a priori… Si se niegan, ¿qué haces? ¿Cortar el grifo? Lo mires por donde lo mires, eso tiene poco recorrido.
Llegamos al fin a la turismofobia, a Arran y a la CUP: pues qué me va a parecer. Un puro oportunismo. Como lo que ha pasado en el aeropuerto de El Prat. Se aprovecha cualquier cosa para caldear el ambiente y agitar las aguas del referéndum. Como si fuera de Cataluña ni hubiera clases sociales ni problemas turísticos, como si este no fuera un problema de modelo turístico globalizado… No es un tema ni catalán ni local, no puedes usar eso para hacer gimnasia antisistema.
Apunta usted de repente que le llama mucho la atención mi sintonía con alguien como Baltasar Garzón. ¿Y eso por qué? Yo siempre me he llevado bien con él. Conoce muy bien los temas de derechos humanos, de justicia penal internacional... No siempre estamos de acuerdo, pero siempre hemos tenido una colaboración muy fluida en estos temas. Y su compromiso con la memoria histórica es admirable. Él siempre ha estado ahí en estos asuntos, como Martín Pallín. Yo siempre decía que en Madrid tenía dos agrupaciones, la nuestra de IU, donde todo eran broncas y volaban zapatos, y luego otra agrupación más cultural y profesional donde me juntaba con esta gente, donde coincidíamos en la oposición a la guerra de Irak o en la denuncia de lo del Prestige.
Por criticar los errores de Alberto Garzón, me mandaron a pastar en Twitter: si no hay pluralidad interna en la izquierda, si todo son broncas e insultos entre nosotros, ¿cómo va a ser con los de fuera? Sugiere usted que yo tengo imagen de ser un hombre muy bueno, muy de buena fe, mientras que Baltasar Garzón siempre ha quedado más como un oportunista. Yo no tengo esa percepción, fíjese. Él ha tirado siempre para adelante, en su lucha contra ETA, en su compromiso por la paz, corriendo no pocos riesgos para su imagen, pues ciertamente le dieron leña por un tubo. Cuando se metió en todo el jaleo de la memoria histórica, alguien muy importante me dijo: "Garzón acaba de levantarle las faldas al franquismo y eso no se lo van a perdonar". Qué más puedo decir, es una persona generosa, comprometida y con convicciones.
¿Que si no me pareció un tanto raro eso de dejar de investigar el caso GAL para irse de candidato del PSOE y, en cuanto se peleó con el PSOE, vuelta a abrir el sumario de los GAL? Bueno, es verdad que en aquella época no teníamos tanta experiencia en las puertas giratorias entre la política y la justicia. Y, sin duda, Felipe González le engañó. Pero yo creo que con engaño de Felipe o sin él, Baltasar Garzón habría seguido investigando los GAL.
Hablando de puertas giratorias, me comenta usted que sólo en mi partido ha visto usted a un secretario general dejar la política para volverse a trabajar ¡a la mina!, como hizo Gerardo Iglesias. ¿Que si yo me volvería o me volveré a trabajar a la salud pública, que es para lo que me formé? Bueno, de hacerlo necesitaría cierto reciclaje, creo que a día de hoy soy mejor en el ámbito parlamentario que en el sanitario, y la Sanidad pública ha cambiado mucho desde mis tiempos.
¿Cómo veo lo de las donaciones de Amancio Ortega? Pues yo ya sabe que he sido crítico. Cuando uno hace una donación finalista está condicionando todo el modelo de la Sanidad pública. Yo prefiero que, si faltan recursos, pongamos más impuestos directos. En Estados Unidos la Sanidad es privada y patrocinada, no hay un modelo que defender, pero aquí... Hasta el Estado, cuando da dinero a las comunidades autónomas para la Sanidad, hace donaciones no finalistas. ¿Cómo dice? ¿Que tal como ha ido y está yendo todo a lo mejor la gente se fía más de Amancio Ortega que de la gestión sanitaria de los políticos? Por supuesto, por supuesto, este es uno de los desastres provocados por tanta corrupción y tanto despilfarro público, que la gente no se fía, vivimos una grave devaluación de la política. ¿Cómo lo ha definido usted, señorita? ¿Estar hasta los huevos? Sin duda ese es uno de los peores venenos para la política y para la democracia.
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2016.06.04 04:27 ShaunaDorothy ¡Defender las conquistas de la Revolución Cubana! Cuba: Crisis económica y “reformas de mercado” ¡Por la revolución política obrera!(2 - 2) (Otoño de 2011)

https://archive.is/OkPrG
Para cubrir sus huellas, la LTS/FT-CI busca trazar una distinción entre los actuales burócratas en el poder y el Ché Guevara, compañero de armas de Fidel Castro. Como muchos otros en la izquierda, la LTS/FT-CI aclama el “internacionalismo” del Ché, al afirmar en su artículo que se acercó “a una estrategia consecuente de revolución socialista internacional”. El asesinato de Guevara en Bolivia en 1967 a manos de la CIA, mientras dirigía una pequeña banda de campesinos guerrilleros, lo hace una figura heróica. Pero su estrategia basada en el campesinado, que llevó a tantos militantes a fines trágicos, era una negación completa del marxismo, completamente indistinguible de la de otros guerrilleros estalinistas del “Tercer Mundo”.
La LTS/FT-CI también endosa la política económica de Guevara de principios de la década de 1960, cuando se desempeñó como Ministro de Industrias, en contraposición a la política cubana más reciente de liberalización y descentralización económica. Guevara, en igual medida que sus demás compañeros estalinistas, aceptó el marco de “construir el socialismo” en una pequeña, pobre y asediada isla. Lo que definía su perspectiva económica era su variante particularmente utópica y voluntarista de estalinismo, caracterizada por su preferencia por los “incentivos morales” sobre los materiales como un supuesto camino hacia la industrialización rápida. Esto condujo a un despilfarro y un abuso obsceno de los recursos materiales y humanos. Al descartar las aspiraciones de los obreros por estándares de vida decentes como “ideología burguesa”, Guevara contribuyó a imponer la completa privación de representación política de los trabajadores implementada por el gobierno cubano.
Al afirmar que la restauración capitalista está en curso en Cuba, la LTS/FT-CI busca en realidad una salida para desechar la defensa del estado obrero deformado en contra de la contrarrevolución, que es precisamente lo que este grupo hizo dos décadas antes al apoyar a las fuerzas procapitalistas en la URSS, Alemania Oriental (la RDA) y en los estados obreros deformados de Europa Oriental. ¡El argentino Partido de los Trabajadores Socialistas, copensador de la LTS, llegó incluso a llamar escandalosamente por “la defensa del derecho de las masas alemanas a unificarse como ellas lo deseen, aún cuando decidan hacerlo en los marcos del capitalismo” (Avanzada Socialista, 30 de marzo de 1990)! Esto equivalía a extenderle un cheque en blanco al imperialismo de Alemania Occidental para que llevara a cabo la anexión capitalista de la RDA.
Los falsos paralelos con la NEP de Lenin
Algunos apologistas académicos de la propuesta política orientada al mercado en Cuba hacen referencia a la Nueva Política Económica (NEP) de Lenin, adoptada en las repúblicas soviéticas en 1921, que permitió concesiones para los campesinos en la forma de un mercado interno en donde la producción agrícola sería intercambiada por productos industriales. En su libro Rusia: del socialismo real al capitalismo real (2005), el historiador cubano Ariel Dacal argumenta que: “El gran mérito de esta política, contradicciones incluidas, fue erigirse como una alternativa de desarrollo frente al capitalismo” para los países no desarrollados. Esta clase de perspectivas tienen eco en secciones de la izquierda internacional. Haciendo gran número de referencias a la NEP, una declaración del Party for Socialism and Liberation [Partido por el Socialismo y la Liberación] estadounidense, que justifica las reformas cubanas, afirma: “Ésta no es la primera vez que un gobierno dirigido por comunistas da un viraje de vuelta hacia la expansión del mercado privado” (“A Marxist Analysis of Cuba’s New Economic Reforms” [Un análisis marxista de las nuevas reformas económicas en Cuba], PSLweb.org).
La NEP soviética no era un modelo de desarrollo sostenido, sino una retirada temporal después de la devastación de la Guerra Civil en una economía atrasada y mayoritariamente campesina donde la industria estaba diezmada y en total desorganización. Aunque la NEP sí logró reactivar la vida económica, también enriqueció a una capa de especuladores, pequeños comerciantes y campesinos acomodados, que se convirtieron en una influencia corrosiva sobre el aparato del estado obrero. La legislación temprana de la NEP, elaborada bajo la guía directa de Lenin, restringía severamente la contratación de trabajo y la adquisición de tierra. Sin embargo, en 1925, estas restricciones fueron ampliamente liberalizadas por el régimen de Stalin. La Oposición de Izquierda de Trotsky, formada para luchar contra la creciente degeneración burocrática, llamó a incrementar los impuestos sobre los campesinos ricos para financiar la industrialización y la introducción sistemática de la agricultura colectiva mecanizada a gran escala. Para finales de la década de 1920, la amenaza contrarrevolucionaria planteada por la nueva capa de ricos campesinos y mercaderes tenía a la URSS al borde del colapso, por lo que Stalin tardíamente se volvió en contra de su antiguo aliado, Nikolai Bujarin, e inició la colectivización agraria, con la brutalidad y los modos administrativos que lo caracterizaban.
Incluso mientras implementaban la NEP, los bolcheviques de Lenin y Trotsky luchaban con todas sus fuerzas para extender las conquistas de Octubre a los trabajadores del mundo. Construyeron la III Internacional (Comunista) para guiar y unir las luchas de los marxistas revolucionarios internacionalmente. Esta política está completamente contrapuesta a la de los estalinistas, que subordinan los intereses del proletariado mundial a sus esfuerzos para obtener favores de regímenes capitalistas “progresistas”.
El estalinismo: La traición de la colaboración de clases
A través de los años, el desafío de Cuba al coloso imperialista estadounidense ha inspirado a un gran número de obreros combativos y jóvenes radicalizados en Latinoamérica y otros lugares. Pero eso no quiere decir que el régimen cubano sea intrínsecamente más radical que sus contrapartes estalinistas en otros países. Durante las primeras dos décadas bajo Mao, el régimen de Beijing era visto de igual manera por los impresionables izquierdistas de Occidente como una alternativa revolucionaria a Moscú. Ya en 1969, nosotros advertimos acerca de la creciente posibilidad objetiva —debido a la enorme capacidad industrial y militar de la Unión Soviética— de un acuerdo entre EE.UU. y China, una predicción que pronto se cumpliría. En última instancia, no importa cuáles sean sus presiones y políticas inmediatas, todas las burocracias estalinistas están caracterizadas por la colaboración de clases al nivel internacional. Sus diferencias en postura y retórica responden simplemente al nivel de hostilidad imperialista directa que enfrentan estos regímenes.
La política exterior de la burocracia cubana ha traicionado criminalmente los intereses de las masas trabajadoras en América Latina. En la década de 1960, Fidel Castro apoyó a nacionalistas burgueses como João Goulart en Brasil y saludó a la junta militar peruana como “un grupo de oficiales progresistas que desempeñan un papel revolucionario”. A principios de los 70, endosó el régimen burgués de frente popular de Salvador Allende en Chile, que desarmó política y físicamente al proletariado y pavimentó el camino para el golpe militar de Pinochet en 1973 y la masacre de más de 30 mil obreros e izquierdistas.
Cuando las masas nicaragüenses, bajo la dirección de los sandinistas radicales nacionalistas pequeñoburgueses, derrocaron la dictadura de Somoza en 1979, el estado capitalista fue hecho añicos y se abrió la posibilidad de una revolución social. Nosotros dijimos: “¡Defender, completar y extender la revolución nicaragüense!”. Pero Castro, en cambio, aconsejó al gobierno sandinista: “Eviten los errores iniciales que al principio cometimos en Cuba” tales como “los ataques frontales prematuros a la burguesía”. Los sandinistas mantuvieron una “economía mixta”, lo que significó que los capitalistas nunca fueron destruidos como clase. La burguesía nicaragüense, con el financiamiento estadounidense a la guerra sucia de los “contras” apoyados por la CIA, fue capaz de restablecer su control una década más tarde, derrotando a la revolución. El resultado neto de la política de “coexistencia pacífica” de los dirigentes cubanos ha sido la perpetuación del empobrecimiento de las masas latinoamericanas y el creciente aislamiento de la Revolución Cubana.
Entre las tendencias seudomarxistas que otorgan apoyo político a la burocracia castrista cubana destaca la Tendencia Marxista Internacional (TMI) de Alan Woods. En los últimos años, Woods ha podido posar como “trotskista” al interior de Cuba, incluso en ocasionales series de conferencias. La precondición para realizar ese tipo de actividades es la completa adulación de Fidel Castro y la oposición absoluta de la TMI al llamado trotskista por la revolución política proletaria.
La TMI tiene una historia de muchas décadas de liquidación en partidos socialdemócratas y hasta completamente capitalistas, desde el Partido Laborista británico hasta el Partido de la Revolución Democrática en México. Ahora, como hace la burocracia cubana, Woods y cía. le dan apoyo político al caudillo capitalista venezolano Hugo Chávez y a su supuesto “socialismo del siglo XXI”. Escriben:
“La revolución venezolana, junto con la cubana, se han convertido en un punto de referencia para la revolución en Bolivia, Ecuador y otros países. La iniciativa tomada por el Presidente Chávez de lanzar la Quinta Internacional, con el objetivo de derrocar el imperialismo y el capitalismo, debería recibir el apoyo más entusiasta de los revolucionarios cubanos. ¡Ésta es la esperanza para el futuro!”
—“¿A dónde va Cuba? ¿Hacia el capitalismo o el socialismo?”, marxist.com, 4 de octubre de 2010
Chávez, un antiguo coronel del ejército, llegó al poder a través del proceso electoral burgués y gobierna un estado capitalista en el que la burguesía venezolana y los imperialistas continúan llevando a cabo prósperos negocios, sin importar que tan hostil ha sido Washington a su régimen. Sus nacionalizaciones, que se han dado poco a poco, no plantean un reto contra la propiedad privada capitalista, como pasó con las nacionalizaciones de otros caudillos nacional-populistas como Lázaro Cárdenas en México en la década de los 30 o Juan Perón en Argentina en la década de los 40 (ver: “La izquierda oportunista y el referéndum de 2007 de Chávez”, Espartaco No. 30, invierno de 2008-2009). Al tratar de hacer pasar a este político burgués como “anticapitalista”, la TMI hace su pequeña contribución para mantener a las masas obreras venezolanas bajo la bota de los saqueadores imperialistas.
Desde 2000 Venezuela ha sido el principal socio comercial de Cuba, proporcionando petróleo a cambio de unos 20 mil doctores y maestros cubanos. La dependencia de Cuba en la capacidad (y la voluntad) de Chávez de continuar subsidiando campañas populistas de salud y alfabetización importando profesionistas cubanos calificados es, a decir poco, una base extremadamente inestable para la supervivencia económica.
Cuba en la encrucijada
En abril de 2010, un intelectual negro de muchos años del Partido Comunista, Esteban Morales, director del Centro de Estudios Hemisféricos y sobre Estados Unidos de la Universidad de La Habana y frecuente comentarista político en la televisión cubana, escribió un artículo titulado “Corrupción: ¿La verdadera contrarrevolución?”, en el que argumenta:
“Cuando observamos detenidamente la situación interna de Cuba hoy, no podemos tener duda de que la contrarrevolución, poco a poco, va tomando posiciones en ciertos niveles del Estado y del Gobierno.
“Sin duda, se va haciendo evidente, de que hay gentes en posiciones de gobierno y estatal, que se están apalancando financieramente, para cuando la Revolución se caiga, y otros, que pueden tener casi todo preparado para producir el traspaso de los bienes estatales a manos privadas, como tuvo lugar en la antigua URSS”.
Al mes siguiente de la publicación de este artículo se anunció que Morales había sido expulsado del Partido Comunista; después de una apelación, fue readmitido este verano.
El régimen de Castro afirma que la corrupción tiene sus orígenes en los individuos oportunistas que han logrado penetrar el aparato de administración estatal, mientras que el núcleo de la dirección histórica del Partido Comunista sigue estando irreversiblemente comprometido a mantener el estado obrero cubano. En realidad, la corrupción es resultado directo del dominio burocrático estalinista, y se filtra por cada poro de la sociedad cubana. Todo mundo sabe que si conoces a la persona indicada puedes obtener los bienes necesarios, así que ¿por qué trabajar duro para nada? Sólo un régimen de democracia obrera puede inculcar la moral laboral necesaria, evitar el despilfarro burocrático de los recursos y contener las tendencias hacia la restauración capitalista.
Intentando protegerse de la crítica, el régimen cubano emprende periódicamente purgas y campañas “anticorrupción” e incluso ha revertido en algunas ocasiones sus propias medidas de “liberalización”. Esto no se debe a que estos estalinistas estén irremediablemente comprometidos con la defensa de la economía colectivizada. La burocracia de La Habana no es una clase social; sus componentes no poseen acciones en la industria estatal y no pueden transmitir la propiedad de los medios de producción a sus herederos. Son, en cambio, una casta parasitaria, una formación contradictoria que oscila entre la burguesía imperialista y la clase obrera cubana. Como escribió Trotsky hablando de la burocracia soviética, “sigue preservando la propiedad estatal sólo hasta el punto que le teme al proletariado”.
En la medida que el programa de reformas de los estalinistas cubanos dé origen a una nueva capa de pequeños capitalistas, éstos necesariamente desarrollarán intereses contrapuestos a los del estado obrero. Al mismo tiempo, es posible que las medidas del régimen generen una cantidad significativa de descontento popular y que el control político de la burocracia empiece a fracturarse, proporcionando un terreno fértil para forjar un partido de vanguardia leninista-trotskista entre los trabajadores e intelectuales avanzados que buscan un camino hacia el marxismo auténtico.
Trazando el camino a seguir para la clase obrera soviética en la década de 1930, Trotsky enfatizó: “No se trata de remplazar un grupo dirigente por otro, sino de cambiar los métodos mismos de la dirección económica y cultural. La arbitrariedad burocrática deberá ceder el lugar a la democracia soviética”. El “Programa de Transición” de 1938, documento de fundación de la IV Internacional, establece elementos claves del programa para la revolución política proletaria, entre los que se incluyen:
“¡Revisión completa de la economía planificada en interés de los productores y consumidores! Se debe devolver el derecho de control de la producción a los comités de fábrica. La cooperativa de consumo, democráticamente organizada, debe controlar la calidad de los productos y sus precios.
“¡Reorganización de los koljoses de acuerdo con la voluntad e interés de los trabajadores que los integran!
“La política internacional conservadora de la burocracia debe ser reemplazada por la política del internacionalismo proletario”.
Un estado obrero aislado y atrasado, incluso uno mucho más grande y rico en recursos que Cuba, no puede alcanzar ni mucho menos superar los niveles de productividad laboral de los países capitalistas avanzados. Sólo revoluciones socialistas exitosas al nivel internacional, particularmente en los centros imperialistas, pueden acabar con la escasez y abrir el camino a una sociedad comunista mundial. La LCI busca reforjar la IV Internacional, partido mundial de la revolución socialista, como la dirección necesaria en esta lucha.
http://www.icl-fi.org/espanol/eo/34/cuba.html
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2015.08.22 22:17 RaulMarti Desde Aragón INFORM E SOBRE BRASIL

El compañero Antonio Gisbert leyó mi nota sobre el discurso de Cristina Kirchner defendiendo a Dilma Rouseff y solicitó mayor información sobre la situación brasilera. Y aquí está.
Me lo remitió- a mi pedido-un viejo amigo (español de nacimiento, uruguayo luego y residente ahora en Sao Paulo(Brasil),futuro votante de “PODEMOS” en las generales.Con él mantengo una asidua correspondencia política. Se jubiló como Gerente de Exportaciones de una de las más importantes multinacionales del mundo ,y recorrió América Latina innúmeras veces.
 Y EL INFORME DICE 
A) Brasil, un Importantísimo player del Capitalismo Internacional 3 millones de barriles de petróleo por día, siendo 1 millón del Pre-sal (extraído a 7.000 mts. de profundidad en alta mar) y 3ra. reserva mundial de petróleo por detrás de Arabia Saudita y Venezuela.
Mayor productor de granos del mundo (220 Millones de Toneladas al año) Mayor productor de pollo del mundo, segundo de carne y cerdo. 4o. fabricante mundial de coches (350 mil por mes)
Mayor productor de mineral de hierro del mundo, muy por delante del segundo ( Canadá)
B) Gobierno Lula Cosas Buenas: Hábil político con espíritu extremamente conciliador, no obstante sin ninguna formación política. Un simple sindicalista católico, con formación técnica (tornero mecánico), proveniente del Nordeste brasileño, zona de extrema pobreza.
Cerró la deuda externa y le prestó aún 400 millones de dólares al FMI Sacó de la miseria absoluta a 10 millones de brasileños y elevó a una clase media baja a otros 30 millones.
Todo esto lo consiguió con expansión de la economía mundial, excelentes exportaciones de granos y mineral de hierro en bruto a China que estaba en plena expansión y con fuertes impuestos a la clase media
Cosas Malas: Desmovilizó a la izquierda. No tocó a las grandes fortunas. No se metió con la Gran Prensa (TV, radios, periódicos, revistas etc.) aquí llamadas PIG,(Partido da Imprensa Golpista) rabiosos derechistas que dominan el 99,9% de las comunicaciones.
C) Gobierno Dilma Buena técnica, formada en Economía, extremamente ética, pero políticamente ingenua e inhábil. En medio de crisis mundiales que repercutieron obviamente en Brasil, quiso agradar al capital, imaginando que este le daría una tregua, y está promoviendo un ajuste fiscal,Ministro de Economía de tendencia neoliberal) para poder equilibrar el presupuesto nacional, bastante deficitario. Pero sigue sin tocarle un pelo al rico y pasándole la cuenta al trabajador.
Víctima de la política errada de Lula de no tocar al PIG, Dilma está siendo masacrada día y noche por ellos.
Pese a que el PT ganara las elecciones , la oposición consiguió mayoría amplia en el Congreso y este a través de siniestras figuras como su presidente Eduardo Cunha, un antiguo ganster, la inmoviliza en sus acciones de gobierno.
Pésima seleccionadora de Ministros! El actual Ministro de Justicia, sigue sin controlar a la Policía Federal, Ministerio Publico y Poder Judicial, tomado descaradamente por la Derecha que de todas formas intenta el golpe paraguayo-hondureño que “legislativamente” sacó del poder a Lugo y a Zelaya, con el obvio beneplácito del gobierno de los EEUU.
C) Situación actual
MUY CRÍTICA!!!! ... intentando driblar al Golpe que la Derecha quiere darle, sea el judicial Paraguayo, o el Legislativo Hondureño.
D) Mi conclusión
La Izquierda Posible que yo defiendo, en un mundo Capitalista, dependerá de la habilidad, agresividad, militacia y organización de la Izquierda frente a la Derecha de siempre.
Lula desaprovechó la oportunidad histórica que tuvo, cuando surfeaba en la ola de su Bonanza y desmovilizó la izquierda y principalmente, ingenuamente subestimó a la Derecha y su eficaz PIG.
La cuenta de esto la recibió Dilma, que con su clara inhabilidad política, consiguó empeorar la situación.
Evidentemente la Izquierda Posible ahora es muy inferior a la que pudo haber sido con Lula.
Ojalá que estos increíbles errores, sirvan de ejemplo a las izquierdas del mundo!!!
.
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2015.08.22 22:05 RaulMarti INFORME SOBRE BRASIL (desde Aragón)

El compañero Antonio Gisbert leyó mi nota sobre el discurso de Cristina Kirchner defendiendo a Dilma Rouseff y solicitó mayor información sobre la situación brasilera. Y aquí está.
Me lo remitió- a mi pedido-un viejo amigo (español de nacimiento, uruguayo luego y residente ahora en Sao Paulo(Brasil),futuro votante de “PODEMOS” en las generales.Con él mantengo una asidua correspondencia política. Se jubiló como Gerente de Exportaciones de una de las más importantes multinacionales del mundo ,y recorrió América Latina innúmeras veces.
 Y EL INFORME DICE 
A) Brasil, un Importantísimo player del Capitalismo Internacional 3 millones de barriles de petróleo por día, siendo 1 millón del Pre-sal (extraído a 7.000 mts. de profundidad en alta mar) y 3ra. reserva mundial de petróleo por detrás de Arabia Saudita y Venezuela.
Mayor productor de granos del mundo (220 Millones de Toneladas al año) Mayor productor de pollo del mundo, segundo de carne y cerdo. 4o. fabricante mundial de coches (350 mil por mes)
Mayor productor de mineral de hierro del mundo, muy por delante del segundo ( Canadá)
B) Gobierno Lula Cosas Buenas: Hábil político con espíritu extremamente conciliador, no obstante sin ninguna formación política. Un simple sindicalista católico, con formación técnica (tornero mecánico), proveniente del Nordeste brasileño, zona de extrema pobreza.
Cerró la deuda externa y le prestó aún 400 millones de dólares al FMI Sacó de la miseria absoluta a 10 millones de brasileños y elevó a una clase media baja a otros 30 millones.
Todo esto lo consiguió con expansión de la economía mundial, excelentes exportaciones de granos y mineral de hierro en bruto a China que estaba en plena expansión y con fuertes impuestos a la clase media
Cosas Malas: Desmovilizó a la izquierda. No tocó a las grandes fortunas. No se metió con la Gran Prensa (TV, radios, periódicos, revistas etc.) aquí llamadas PIG,(Partido da Imprensa Golpista) rabiosos derechistas que dominan el 99,9% de las comunicaciones.
C) Gobierno Dilma Buena técnica, formada en Economía, extremamente ética, pero políticamente ingenua e inhábil. En medio de crisis mundiales que repercutieron obviamente en Brasil, quiso agradar al capital, imaginando que este le daría una tregua, y está promoviendo un ajuste fiscal,Ministro de Economía de tendencia neoliberal) para poder equilibrar el presupuesto nacional, bastante deficitario. Pero sigue sin tocarle un pelo al rico y pasándole la cuenta al trabajador.
Víctima de la política errada de Lula de no tocar al PIG, Dilma está siendo masacrada día y noche por ellos.
Pese a que el PT ganara las elecciones , la oposición consiguió mayoría amplia en el Congreso y este a través de siniestras figuras como su presidente Eduardo Cunha, un antiguo ganster, la inmoviliza en sus acciones de gobierno.
Pésima seleccionadora de Ministros! El actual Ministro de Justicia, sigue sin controlar a la Policía Federal, Ministerio Publico y Poder Judicial, tomado descaradamente por la Derecha que de todas formas intenta el golpe paraguayo-hondureño que “legislativamente” sacó del poder a Lugo y a Zelaya, con el obvio beneplácito del gobierno de los EEUU.
C) Situación actual
MUY CRÍTICA!!!! ... intentando driblar al Golpe que la Derecha quiere darle, sea el judicial Paraguayo, o el Legislativo Hondureño.
D) Mi conclusión
La Izquierda Posible que yo defiendo, en un mundo Capitalista, dependerá de la habilidad, agresividad, militacia y organización de la Izquierda frente a la Derecha de siempre.
Lula desaprovechó la oportunidad histórica que tuvo, cuando surfeaba en la ola de su Bonanza y desmovilizó la izquierda y principalmente, ingenuamente subestimó a la Derecha y su eficaz PIG.
La cuenta de esto la recibió Dilma, que con su clara inhabilidad política, consiguó empeorar la situación.
Evidentemente la Izquierda Posible ahora es muy inferior a la que pudo haber sido con Lula.
Ojalá que estos increíbles errores, sirvan de ejemplo a las izquierdas del mundo!!!
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2015.08.22 21:54 RaulMarti INFORME SOBRE BRASIL de ayer y de hoy (Desde Aragón)

El compañero Antonio Gisbert leyó mi nota sobre el discurso de Cristina Kirchner defendiendo a Dilma Rouseff y solicitó mayor información sobre la situación brasilera. Y aquí está.
Me lo remitió- a mi pedido-un viejo amigo (español de nacimiento, uruguayo luego y residente ahora en Sao Paulo(Brasil),futuro votante de “PODEMOS” en las generales.Con él mantengo una asidua correspondencia política. Se jubiló como Gerente de Exportaciones de una de las más importantes multinacionales del mundo ,y recorrió América Latina innúmeras veces.
 Y EL INFORME DICE 
A) Brasil, un Importantísimo player del Capitalismo Internacional 3 millones de barriles de petróleo por día, siendo 1 millón del Pre-sal (extraído a 7.000 mts. de profundidad en alta mar) y 3ra. reserva mundial de petróleo por detrás de Arabia Saudita y Venezuela.
Mayor productor de granos del mundo (220 Millones de Toneladas al año) Mayor productor de pollo del mundo, segundo de carne y cerdo. 4o. fabricante mundial de coches (350 mil por mes)
Mayor productor de mineral de hierro del mundo, muy por delante del segundo ( Canadá)
B) Gobierno Lula Cosas Buenas: Hábil político con espíritu extremamente conciliador, no obstante sin ninguna formación política. Un simple sindicalista católico, con formación técnica (tornero mecánico), proveniente del Nordeste brasileño, zona de extrema pobreza.
Cerró la deuda externa y le prestó aún 400 millones de dólares al FMI Sacó de la miseria absoluta a 10 millones de brasileños y elevó a una clase media baja a otros 30 millones.
Todo esto lo consiguió con expansión de la economía mundial, excelentes exportaciones de granos y mineral de hierro en bruto a China que estaba en plena expansión y con fuertes impuestos a la clase media
Cosas Malas: Desmovilizó a la izquierda. No tocó a las grandes fortunas. No se metió con la Gran Prensa (TV, radios, periódicos, revistas etc.) aquí llamadas PIG,(Partido da Imprensa Golpista) rabiosos derechistas que dominan el 99,9% de las comunicaciones.
C) Gobierno Dilma Buena técnica, formada en Economía, extremamente ética, pero políticamente ingenua e inhábil. En medio de crisis mundiales que repercutieron obviamente en Brasil, quiso agradar al capital, imaginando que este le daría una tregua, y está promoviendo un ajuste fiscal,Ministro de Economía de tendencia neoliberal) para poder equilibrar el presupuesto nacional, bastante deficitario. Pero sigue sin tocarle un pelo al rico y pasándole la cuenta al trabajador.
Víctima de la política errada de Lula de no tocar al PIG, Dilma está siendo masacrada día y noche por ellos.
Pese a que el PT ganara las elecciones , la oposición consiguió mayoría amplia en el Congreso y este a través de siniestras figuras como su presidente Eduardo Cunha, un antiguo ganster, la inmoviliza en sus acciones de gobierno.
Pésima seleccionadora de Ministros! El actual Ministro de Justicia, sigue sin controlar a la Policía Federal, Ministerio Publico y Poder Judicial, tomado descaradamente por la Derecha que de todas formas intenta el golpe paraguayo-hondureño que “legislativamente” sacó del poder a Lugo y a Zelaya, con el obvio beneplácito del gobierno de los EEUU.
C) Situación actual
MUY CRÍTICA!!!! ... intentando driblar al Golpe que la Derecha quiere darle, sea el judicial Paraguayo, o el Legislativo Hondureño.
D) Mi conclusión
La Izquierda Posible que yo defiendo, en un mundo Capitalista, dependerá de la habilidad, agresividad, militacia y organización de la Izquierda frente a la Derecha de siempre.
Lula desaprovechó la oportunidad histórica que tuvo, cuando surfeaba en la ola de su Bonanza y desmovilizó la izquierda y principalmente, ingenuamente subestimó a la Derecha y su eficaz PIG.
La cuenta de esto la recibió Dilma, que con su clara inhabilidad política, consiguó empeorar la situación.
Evidentemente la Izquierda Posible ahora es muy inferior a la que pudo haber sido con Lula.
Ojalá que estos increíbles errores, sirvan de ejemplo a las izquierdas del mundo!!!
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2015.08.22 21:42 RaulMarti INFORME SOBRE BRASIL (de ayer y de hoy)

El compañero Antonio Gisbert leyó mi nota sobre el discurso de Cristina Kirchner defendiendo a Dilma Rouseff y solicitó mayor información sobre la situación brasilera. Y aquí está.
Me lo remitió- a mi pedido-un viejo amigo (español de nacimiento, uruguayo luego y residente ahora en Sao Paulo(Brasil),futuro votante de “PODEMOS” en las generales.Con él mantengo una asidua correspondencia política. Se jubiló como Gerente de Exportaciones de una de las más importantes multinacionales del mundo ,y recorrió América Latina innúmeras veces.
 Y EL INFORME DICE 
A) Brasil, un Importantísimo player del Capitalismo Internacional 3 millones de barriles de petróleo por día, siendo 1 millón del Pre-sal (extraído a 7.000 mts. de profundidad en alta mar) y 3ra. reserva mundial de petróleo por detrás de Arabia Saudita y Venezuela.
Mayor productor de granos del mundo (220 Millones de Toneladas al año) Mayor productor de pollo del mundo, segundo de carne y cerdo. 4o. fabricante mundial de coches (350 mil por mes)
Mayor productor de mineral de hierro del mundo, muy por delante del segundo ( Canadá)
B) Gobierno Lula Cosas Buenas: Hábil político con espíritu extremamente conciliador, no obstante sin ninguna formación política. Un simple sindicalista católico, con formación técnica (tornero mecánico), proveniente del Nordeste brasileño, zona de extrema pobreza.
Cerró la deuda externa y le prestó aún 400 millones de dólares al FMI Sacó de la miseria absoluta a 10 millones de brasileños y elevó a una clase media baja a otros 30 millones.
Todo esto lo consiguió con expansión de la economía mundial, excelentes exportaciones de granos y mineral de hierro en bruto a China que estaba en plena expansión y con fuertes impuestos a la clase media
Cosas Malas: Desmovilizó a la izquierda. No tocó a las grandes fortunas. No se metió con la Gran Prensa (TV, radios, periódicos, revistas etc.) aquí llamadas PIG,(Partido da Imprensa Golpista) rabiosos derechistas que dominan el 99,9% de las comunicaciones.
C) Gobierno Dilma Buena técnica, formada en Economía, extremamente ética, pero políticamente ingenua e inhábil. En medio de crisis mundiales que repercutieron obviamente en Brasil, quiso agradar al capital, imaginando que este le daría una tregua, y está promoviendo un ajuste fiscal,Ministro de Economía de tendencia neoliberal) para poder equilibrar el presupuesto nacional, bastante deficitario. Pero sigue sin tocarle un pelo al rico y pasándole la cuenta al trabajador.
Víctima de la política errada de Lula de no tocar al PIG, Dilma está siendo masacrada día y noche por ellos.
Pese a que el PT ganara las elecciones , la oposición consiguió mayoría amplia en el Congreso y este a través de siniestras figuras como su presidente Eduardo Cunha, un antiguo ganster, la inmoviliza en sus acciones de gobierno.
Pésima seleccionadora de Ministros! El actual Ministro de Justicia, sigue sin controlar a la Policía Federal, Ministerio Publico y Poder Judicial, tomado descaradamente por la Derecha que de todas formas intenta el golpe paraguayo-hondureño que “legislativamente” sacó del poder a Lugo y a Zelaya, con el obvio beneplácito del gobierno de los EEUU.
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Evidentemente la Izquierda Posible ahora es muy inferior a la que pudo haber sido con Lula.
Ojalá que estos increíbles errores, sirvan de ejemplo a las izquierdas del mundo!!!
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