Meu quarto de anime namorado

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Desabafo sobre pensamentos ruins que me atormentam (+18)

2020.08.27 21:34 Ultimecia- Desabafo sobre pensamentos ruins que me atormentam (+18)

Ola pessoal, depois de muito pensar, e me perguntar se deveria fazer esse texto, venho aqui pra desabafar um pouco, pois não tenho um ciclo social muito grande pra o qual eu poderia contar essas coisas, e as poucas pessoas que eu poderia contar, Não seriam diretas e sinceras. Como o texto também é bem constrangedor, acredito que um leve anonimato deve me ajudar a se expressar melhor.
Marquei o texto como +18 porque usarei palavras bem explícitas aqui para melhor entendimento, porém, ciente das diretrizes da comunidade, caso o texto seja ofensivo ou afete alguém menor de idade, gostaria que fosse removido o mais rápido possível, me desculpem se acabar sendo ofensivo ou algo do tipo, espero não ultrapassar nenhum limite aqui. Mas vamos lá.
A 3 anos atrás eu conheci uma garota do meu antigo emprego (tenho 23 anos, isso não fere meu anonimato). Essa garota era perfeita e muito fofinha, tinhamos a mesma idade e nos demos super bem, estávamos solteiros, e depois de 6 meses nos conhecendo começamos a namorar. Namoramos por uns 2 anos, e nesse tempo aproveitamos muito a companhia um do outro, foi tudo perfeito, sem brigas e sem desentendimento, até que começamos a nos conhecer de mais. Sempre fui um cara reservado, antes dela só namorei uma pessoa, por 3 anos, minha única experiência sexual foi com essa pessoa, e após o termino nunca me relacionei como mais ngm, porém, essa garota que conheci no meu trabalho (vou chama-la de Yomawa, nem sei o pq :v) ja havia tido muitos outros caras no passado. Conversando com ela, descobri que fui o primeiro namorado dela, porém, ela ja havia ficado e tido aventuras adultas com mais de 15 caras no total, alguns em festas, faculdade, e todo o resto, com alguns mais de 5 vezes, ja havia feito menage e outros desejos sexuais que realizou por curiosidade. Confesso que me surpreendi, uma garota tão fofinha e delicada ja ter passado por isso me abalou um pouco, e depois que eu fiquei sabendo dessas coisas, nosso namoro desandou. Comecei a criar uma espécie de paranóia na cabeça, de nunca ter dado um prazer tão bom pra ela em nossas relações na cama. Eu tinha alguns fetiches e curiosidades, e ela, ja havia realizado todos com os caras anteriores. Com o tempo essa paranóia de me sentir insuficiente foi tomando conta de mim, até que cometi o erro (ou não) de perguntar se eu ja havia sido o melhor com ela na cama. Ela disse que não, disse que avalia certos pontos nas relações, como preliminar, oral, beijo, penetração, vibe e etcs. E que desses pontos, eu tinha sido o melhor em preliminar e sexo oral, maaaaas, um dos piores em penetração, disse que ja tinha se relacionado com outros caras que proporcionaram um prazer enorme pra ela, e que achava difícil eu superar. Uma coisa que amo nela, é a sua sinceridade, eu odiaria sentir que estou sendo enganado, e a verdade apesar de doer, é o que eu prefiro. Desde então eu tenho me empenhado e dado o melhor de mim, para "ser o melhor" de cama. Eu nunca tive esse orgulho macho (como prefiro chamar) de querer ser o mais fodao em tudo e bla bla bla, mas isso tem me atormentado, e tem me impedido de ser feliz.
No começo ela acreditava que eu poderia ser o melhor na penetração e bla bla bla, mas agora ela pede pra eu não criar esperanças ahebhahehe que do jeito que estou (estou dando o maximo que consigo e fazendo treinos constrangedores de desempenho sexual no meu quarto) posso levar quase 1 ano pra conseguir ser o melhor do melhor. E isso tem me atormentado tanto que estou ficanso triste de vdd, me sinto insuficiente, quando estamos juntos e vejo ela gritar e gemer de prazer na cama, penso logo : - Se ela se contorce desse jeito comigo, imagina com o cara que já comeu ela melhor. Aaaaaaaaahh é horrível, me desculpem pela forma de falar "comeu" mas não consegui pensar em algo menos machista. Imagina você namorar uma garota que diz "meu namorado não foi o cara que me comei mais gostoso, desculpa, estou sendo sincera".
Ela diz que não liga pra isso, que o que sente comigo nunca sentiu com ngm, que nosso amor é pfto, que eu trato ela como uma Deusa e isso motivz muito ela todos os dias, ela chora só de pensar em me perder, e de vdd combinamos em tudo. Gostos, musicas, animes, séries, jogos, ela é perfeita, e eu sou o cara que nem consigo dar um prazer suficiente na cama, me sinto ridículo por isso, mas penso que quando começamos a tranzar, ela tem uma expectativa de ser bom e maravilhoso, e acaba não sendo, ela acaba esperando que seja bom como os outros caras, e acaba não sendo. Ja imaginou ela ter aquele prazer como referência sempre que pensar em sexo ? E não no meu ? Eu não consigo ser eu mesmo desde que isso aconteceu, e me sinto tão mal que penso em terminar. Estou mt agressivo com as palavras e muito decepcionado comigo, esse relacionamento está me deixando mal e me fazendo sentir a cada dia insuficiente, e ela não tem culpa, nunca seria capaz de culpa-la por falar a verdade, é a qualidade que mais amo, mas estou perdido. O relacionamento é mt mais que sexo galera, mas sinto que a cada segundo que passa, os caras anteriores estão ganhando de mim, sei la, é como se eu estivesse perdendo (???) Estou paranóico, queria desabafar, penso em ir em um psicólogo ou sexólogo, mas não sei mais o que fazer, de vdd.
Me desculpem se ficou mt grande este desabafo, ou se acaba ferindo alguma diretriz ou algum menor de idade, pfvr excluam se for o caso :(((
Ass : O cara que não foi o melhor da sua namorada
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2020.06.21 03:22 boninha QUEM É O BABACA (AVISO DE GATILHO: abuso psicológico)

CONTEXTO: A casa dos meus pais é um lar extremamente tóxico e sofri diversos tipos de abusos, e os dois tem problemas psicológicos e ficam inventando milhares de doenças que eu supostamente tenho. Por causa disso sofri muito com eles durante toda minha via, não podia ter amigos ou sair de casa e vivia praticamente trancada. Além de revirarem meu quarto, esconderem e jogarem fora roupas minhas e objetos. Quando entrei pra faculdade em 2019 ela me obrigou a trancar por não aceitar meu namoro com o Carls (nome fictício) e não me deixou ver ele (eu morava duas cidades de distância dele e da faculdade então ia de fretado).
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Eai turma, lubisco, editores, gatas e papelões. Minha história é bem complicada e pesadinha então coloquei um aviso de gatilho no título. É uma história longa mas vou resumir o máximo possível.
Quando eu fiz 18 anos em Outubro de 2019 eu decidi que eu queria sair de casa assim que começasse janeiro de 2020, então eu, meu namorado Carls e meu ex melhor amigo Barls (obs. éramos amigos há 4 anos e ele sabia o que eu passava em casa) e u namorade dele Arls planejamos juntos como seria meu processo de mudança. Depois que o ano novo passou eu fui arrumando minhas coisas cada dia um pouco e ia escondendo as mochilas no guarda-roupa e debaixo da cama, ficou combinado que eu ficaria na casa do meu amigo barls por um tempo (que era numa cidade vizinha) e que eu poderia ficar DOIS MESES lá enquanto entregava currículo com meu namorado a procura de emprego e depois disso iria para a casa dele (guarde essa informação).
O dia tão esperado chegou e eu chamei minha "mãe" (odeio chamar ela assim então vou me referir a ela como cobra) e conversei com ela que uma amiga minha e colega da facul iria me buscar e me levar para e iria sair de casa. Eu admito que não foi da melhor forma de se fazer as coisas mas eu estava realmente desesperada para sair daquele lugar o mais rápido possível e fiquei com medo de que se ela soubesse antes ela iria me impedir de ir. Enfim, eu que não queria que ela soubesse onde eu ficaria inventei uma história junto com meus ex amigos e namorados de que eu iria ficar na casa du Arls até um apartamento de SP que eu iria dividir apartamento com outra amiga desocupasse. Obviamente a cobra não caiu no feitiço e fez um milhão de perguntas e eu fui me esquivando delas até que minha amiga chegou pra me buscar. Enquanto eu colocava as malas no carro + a gaiola e a minha coelha a cobra tirou FOTO da placa do carro da menina e pegou o número dela (obs. ela não sabia de muita coisa e só estava lá pra me dar carona) e partimos em viagem rumo à casa do Barls.
Chegando lá a familia dele me recebeu muito bem, só que depois de alguns dias o barls me disse que eu teria apenas QUINZE dias para ficar lá, sendo que já ele havia me confirmado que eu ficaria 2 meses e se eu soubesse disso antes eu teria ido direto para a casa do meu namorado, e como se não bastasse a amiga da faculdade contou pra cobra que eu menti e ela começou a me ligar várias vezes ao dia e chegou a ir no apartamento do meu ex amigo QUASE DE MADRUGADA querendo que eu descesse. E MAIS, barls, que sabia de tudo que eu passava ficava me perguntando várias vezes se eu tinha certeza das coisas que aconteceram comigo, se eu tava mentindo pra ele etc. E eu descobri que ele e a cobra estavam SE CONVERSANDO VÁRIAS VEZES AO DIA e planejando entre si pra que eu voltasse para casa.
Os dias foram passando e faltava 2 dias para eu sair desse meu amigo e ir pro Carls e minha irmã (cobrinha 2) me mandou mensagem falando que estava na portaria do prédio e que era pra eu descer (sendo que nesse dia ela já havia me ligado e eu falei que não queria ver ninguém pois estava triste e eu já tinha encontrado eles dois dias antes e tinhamos ido comer e conversar e tudo tinha ido bem naquele dia. O barls falou que ia descer comigo e nós tinhamos discutido então o clima entre nós não estava legal, enfim descemos e adivinha: ELA NÃO TAVA SOZINHA UAU. Com ela estava um tio irmão da cobra que não sabia nem quantos anos eu tinha, a minha irmã cobrinha 2 e a cobra. Eles começaram a falar que queriam me levar pra comer e conversar comigo e com meu amigo e queriam ficar me abraçando e "nossa como nos te amamos" , e eu com muito mal gosto fui com eles até uma pizzaria e lá eles queriam saber onde eu ficaria depois do Barls, e eu me neguei a falar porque não queria que eles ficassem aparecendo na porta dos meus sogros de madrugada do nada e sem avisar e também não contei ao Barls pq sabia que ele me caguetaria. E foi ai meu amigo que acendeu a primeira fagulha de um incêndio enorme. Eu que não sou boba nem nada saquei que o clima tava estranho e mandei mensagem pro meu namorado para que ele entrasse em ligação comigo porque eu achei que algo ruim aconteceria.
Voltamos para o prédio do meu amigo e foi lá que aconteceu a primeira merda. Eu já fora do carro, a cobra me puxa pelo pescoço e junta mais a cobrinha 2 e o tio pra me por no carro a força Dizendo "agr vc vai embora cmg", me pegaram pelas pernas, quase tiraram minha roupa e me deixaram roxa nas pernas. Eu obviamente me debati e fiz força pra me defender e entrei em completo desespero nessa situação, gritei para o meu celular para que meu namorado chamasse a polícia E nisso a cobra queria pegar meu celular e pra fazer ela me soltar eu mordi o braço todo dela, mas mordi com vontade mesmo e não me arrependo pra ser sincera. E aí uma das vizinhas que me escutou gritando chegou e me pôs pra dentro do prédio pra me ajudar e disse que entendia minha situação por que ela também passou muito perrengue com família e enquanto isso a cobra batia desesperada na porta de vidro da portaria. Nisso a polícia chegou e um policial mt bonzinho falou cmg e me acalmou e disse q ela n tinha pq fazer isso e n era direito dela, que eu era maior de idade e tinha direito de tomar minhas próprias decisões, nisso, eles me levaram pro upa de tanta insistência da cobra que dizia que eu estava doente e fora de mim e no upa ela mostrou uma série de documentos meus de HPV que eu fiz o tratamento, FOTOS MINHAS NUA IMPRESSAS, prints de conversas de whatsapp, foto do meu namorado fumando maconha de 7 anos atrás etc e falou pro médico que estava de plantão se ele escreveria uma recomendação para um HOSPITAL PSIQUIATRICO (sim você leu certo) e ele fez, pra melhorar ainda mais a minha situação o médico SE NEGOU a falar comigo e quando consegui trocar duas palavras com ele ele me ignorou e me cortou completamente e disse pras enfermeiras me darem 3 AMPOLAS DE CALMANTE. Sim. Eu levei 3 injeções de calmante na bunda e olha que eu não estava em nenhum tipo de crise, só estava chorando. Não me deixaram ir no banheiro e fiquei molhada de mijo kk esperando a auta.
Aí quando me deram alta eu liguei pro Barls em desespero e ele disse "n quero me meter nisso"e falou pra eu ir com eles e como eu não tinha escolha fomos pra saída (eu dopada e morrendo de medo e repulsa) Um amigo meu da facul q mora na mesma cidade (vamos chama-lo de anjo) apareceu pra ver se tava tudo bem e tentou conversar com a família de malucos e entender o que estava acontecendo.E nisso o tio, irmão da cobra EMPURROU ELE e chamou ele de "neguinho" e de "ze ninguem" (Sim ele é negro) e ficou ameaçando bater nele, dizendo que ele tinha uma faca. Aí o meu salvador vulgo meu namorado chegou e confrontou eles e foi só ele chegar que baixou o capiroto na cobra, ela ficou maluca, começou a me segurar e me arrastar pela blusa, saia, quase me enforcou com o braço. Ela tava realmente fora de si ali, chegou inclusive a bater no meu namorado (eu tenho video desse acontecimento e o audio da ligação pra provar que eu to falando a verdade). Ela ficou gritando muito alto que era pra me dopar mais, então eu pedi ao Carls pra ele chamar um uber pra gente fugir dali e quando ele chegou q eu fui correndo veio a cobrinha 2 e SE JOGOU na minha direção e caiu no chão (Ela jura de pé junto q foi o Carls q empurrou ela mas sinceramente se fosse esse o caso eu estaria parabenizando ele), Aí meu namorado subiu em cima dela pra eu entrar no carro mas o uber decidiu se mandar e a polícia chegou novamente (Obs. estava de madrugada), a cobra tirou os documentos sem sentido dela de novo e falou pros policiais que eu não conseguia pensar por mim mesma e que era autista e tenho sinais de esquizofrenia (sendo que ela ja pagou mais de mil reais em um exame de uma neuropsicologa comprovando que eu não sou esquizofrenica ou autista e que só tenho depressão e ansiedade de 3 anos atrás) e disse que meu namorado e o amigo dele são maconheiros e que queriam me tirar dela. Ai o general veio e ALGEMOU o meu namorado e o anjo, sendo que eles não estavam cheirando ou com nenhuma droga, se negou a pegar depoimento deles E O MEU e os levou PRA VIATURA e falaram pra seguir eles pra delegacia**.**
O dia amanheceu na delegacia e eu que estava passando mal pra caramba, não conseguia manter o olho fechado ou movimentar meu corpo, praticamente desmaiei no carro enquanto eles falavam com os policiais, estes que liberaram a gente e eu não tive contato com meu namorado.
"Acordei" era horário de almoço em outra cidade pra entrar no hospital psiquiátrico. A psiquiatra que estava lá falou coisas básicas comigo, viu que eu estava dopada e falou pra eu esperar no corredor dos enfermeiros, e voilá veio um deles e falou que eu estava internada agora. Sim, pois é. Fiquei 27 dias internada em um lugar horrível e passei 2 dias inteiros dormindo quando cheguei. Vi pessoas tentando se matar, tendo ataques de panico, e não tinha nada pra fazer a n ser ficar deitada o dia todo, e quando tinha era por 1 hr só. Fiz amizades com algumas pessoas lá, o que me ajudou bastante a superar a situação, e como os enfermeiros eram extremamente grossos e batiam em alguns pacientes, meio que os pacientes que se ajudavam entre si além dos psicólogos. Lá a cobra tentou convencer a psicóloga que eu era autista, ela obviamente não caiu no papo dela, e ela mais a psiquiatra me ajudaram o maximo que podiam a convencer a cobra de que eu não sou um animal de estimação e tenho direito a ter minha vida.
Quando tive alta do hospital, com muito medo e dor fui pra casa da cobra, liguei pro meu namorado que estava sem noticias há 27 dias (tinham inclusive dito pra mim que ele tinha sido preso, o que era mentira), fiz minhas malas rapidamente, entrei no uber que ele chamou e vim direto pra casa dele, onde estou morando hoje em quarentena ne por causa do vírus cuzao.
Sou a errada por depois de tudo isso querer contato 0 com a minha "família"? O que vocês fariam se estivessem na minha situação?
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2020.06.07 18:16 cactosemplutao A sanguessuga.

Olá Luba, convidado inexistente (nós sabemos que não tem, vamos lá né) e todos os seres e plantas que estejam a ouviler. Pensei bastante antes de escrever aqui, mas preciso expor a novela mexicana que a família da minha mãe está enfrentando e espero que você se divirta lendo. E pra que você não fique em dúvida na hora de comentar e etc, meus pronomes são ela/dela.
ATO 1
Personagens - vó, tio Z e namorada do tio Z (vamos chamar de Kels) e tia D.
Em 2017, minha vó faleceu por idade e alguns problemas de saúde. No mesmo ano, ou um ano antes, não lembro direito, tio Z arrumou uma namorada - Kels. Ela passou a frequentar nossas festas na laje e a ir pra casa da minha vó dormir com tio Z, se fez de boazinha com todos e até escovou, hidratou, passou progressiva no cabelo de algumas tias. E sim, tio Z não tem casa própria e por ser o caçula de 9 irmãos, minha vó o mimava bastante (como passar pano no quarto dele três vezes ao dia).
Desde o início, minha vó avisou todo mundo que a Kels era apenas uma "neguinha safada". E antes de morrer deixou claro que estava deixando a casa para tio Z e tia D (que sempre morou de aluguel com o marido) morarem. Para melhorar a cena: a casa possui dois quartos, um banheiro, uma cozinha e uma sala, sem contar uma área bem grande ligando esses cômodos uns aos outros, ou seja, espaço suficiente para coexistirem em paz.
ATO 2
Personagens - tio Z, Kels, tia D e outres ties que vivem nas casas de cima.
Pois bem, tia D e o marido se mudaram para a casa da minha vó após um tempo e foi aí que o barraco se perdeu. Tio Z começou a se irritar com a lerdeza do marido da tia D (sim, ele é realmente, mas é marido >dela<, portanto problema de quem? isso mesmo, >dela<) e os péssimos hábitos dele. A Kels passou a praticamente viver junto com meu tio, vindo para cá praticamente a semana toda e com isso ela foi querendo tomar conta da casa; quando tia D chegava do trabalho e queria fazer suas coisas como cozinhar, limpar e deixar as coisas mais fáceis para o dia seguinte, a Kels já havia feito - porcamente por sinal - tudo e falava que estava usando a cozinha então ela devia ir lá outra hora.
- Antes que você continue a ler: Kels tem três casas, é divorciada e a filha não gosta dela. O ex marido provavelmente decretou que não queria nenhum namorado dela perto da menina e a menina deve ter discutido falando que o tio Z não era bem-vindo, coisas do tipo. Isso já tirou uma casa dela, que é a que ela vivia/vive (idk) com a filha. Na casa do ex marido ela já não devia ser bem-vinda, agora então é muito menos. E a terceira é embaixo do cobertor do tio Z que por sequência é embaixo do teto em que tia D também vive. -
Voltando: Tia D nunca reclamou da presença da Kels lá, mas as coisas começaram a afundar demais e ela não aguentou. Discussões aconteceram e agora tio Z realmente tomou conta da casa e até alegou que a Kels chegou lá primeiro, mas chegou primeiro onde? Aqui entram os outros tios e tias que moram nas casas de cima: eles vinham constantemente tentando colocar na cabeça do tio Z que ele está errado e a Kels não tem direito algum aqui porque é apenas mulher de cama. Tia D até fez macumba pra ela e Kels destruiu a coisa que Tia D tinha colocado embaixo da pia.
ATO 3
É aqui que chegamos ao final dessa empreitada da sanguessuga infiltrada: Ela continua com tio Z, sustenta ele e dorme com ele (óbvio), estão próximos de morarem sozinhos na casa que era da minha vó e tia D vai voltar a morar de aluguel. Inclusive, aconselhei a ela e a minha mãe que o correto mesmo era expulsar tio Z de lá e dizer que se ele quer morar com Kels e deixar ela assumir cozinha, limpeza e etc eles que arrumassem um lugar próprio, mas como todos na família são moles uns com os outros e ficam de tititi pelas costas, disseram que não vão fazer isso.
Outro tio está reformando a laje e vai colocar um portão lá para que só nós consigamos entrar e fazer nossas festas de final de ano e tudo mais que quisermos, isso deixa tio Z e Kels com a única coisa que eles realmente podem, mas não deveriam, ter: a casa de baixo.
Ps: off topic, mas se puder assista um anime chamado Given. E não desista de encontrar alguém, você consegue!
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2020.01.12 08:42 devilcrybae Viver o outro em um relacionamento

Eu sei que a quantidade de desabafos que realmente chega a um certo número de pessoas é bem difícil; independentemente disso, estarei colhendo qualquer pequeninha opinião que eu receber, acho que eu preciso de mais pontos de vista sobre esse assunto.
A história é: estou a beira de completar 8 meses de namoro, o meu primeiro namoro. A pessoa na qual eu compartilho uma aliança, vem sido uma das pessoas que mais vem invadindo minha mente em muito tempo (afinal, gosto muito dela, apesar dos apesares). Tenho muita coisa boa para dizer sobre, não me entendam mal. Vivo num relacionamento onde constantemente sou lembrada que sou amada, namoro uma pessoa que realmente tem uma alma bem sensível… dificilmente temos incompatibilidades e muito raramente brigamos. O sexo é bom, a química é boa, na visão exterior fazemos um belo casal. A pessoa no qual eu namoro, inevitavelmente, conquistou meu coração mesmo.
Mas uma coisa que veio me deixado mal, e me pesa muito atualmente, é o quanto eu estou me perdendo dentro dele. Eu digo, recentemente vim escutando minha playlist das minhas favoritas na Deezer, e eu me assustei porque, caralho, eu amo as músicas que eu escuto! E eu esqueci total como era porque… bem, meu namoro inundou tanto a minha mente que as músicas que eu andava escutando não era as minhas, mas sim as dele. A sensação que eu tenho dentro desse namoro é essa: eu tô vivendo os problemas dele, escutando as músicas dele, usando o que ele usa, rodeado dos amigos que ele escolheu, a família dele deve ter cansado de ver a minha cara, e etc. Minha maior problemática é: não vejo o mesmo acontecendo com ele.
Vivemos num relacionamento a distância, então inevitavelmente a gente precisa se ver na casa ou de um ou de outro. E eu sempre fui muito mais a casa dele, do que o contrário (tantas vezes eu pedi pra ele ir na minha casa, e ficava num eterno “um dia eu vou”). Eu sempre fui a que mais gastei meu montante com esse relacionamento (eu trabalho e ele não), sempre quando ele tá mal, eu dou a maior assistência e nunca deixo de estar com ele (depressão é um assunto complicado), mas sempre quando é comigo, ele me dá um abraço, fala que vai ficar tudo bem, e não demora muito pra ele me deixar e ir fazer outra coisa (ele mora em república, então geralmente é sair do quarto e me deixar sozinha enquanto fica trocando ideia na sala com os amigos e fuma maconha).
Não lembro nem qual foi a última vez que a gente fez algo que eu gosto, sabe? Assistir um filme juntos, ou jogar um jogo, ou um anime, série, qualquer coisa. Ele diz que quer ouvir mais músicas minhas, mas sempre deixa isso pra depois, e só andou se “preocupando” recentemente porque o remorso bateu e ele veio tentando correr atrás de corrigir (e pasmem, não é raro ele ‘esquecer’ disso). Dizem que relacionamentos são feitos de sacrifícios, e de certa forma você não consegue *não* estar inteirado na vida dessa pessoa; mas parece que esse fardo sou eu quem carrego.
E eu vivo me sufocando com isso porque, poxa, eu não acho que qualquer demonstração de afeto deva ser cobrada ou coagida. Não gosto de ser cobrada e muito menos cobrar, e ficar mendigando “o básico” me parece ridículo. Ao mesmo tempo, não consigo evitar o fato que eu posso simplesmente estar exagerando com essas questões, visando que geralmente a gente sempre pensa mais no nosso esforço do que no esforço do próximo; e penso que tudo de problemático que eu vejo provavelmente nem se passa na cabeça dele por maldade, e eu sou péssima em diplomacia.
Enfim, é isto. Desculpem pelo god damn textão, acredito que poucos lerão. Mas aos que leram muito obrigada.
Se você for meu namorado e estiver lendo isso: oi, eu te amo demais, mas tá foda.
Beijos
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2019.06.23 18:27 rubnesio Top 10 melhores(PIORES) cenas MARCANTES do livro As Crônicas de Arian Vol.1, com CLÍMAX, SEM CENSURA e versão SURTADA, sem nenhum revisor

A review COMPLETA foi postada aqui: Link
Depois de muitos incentivos de amigos e do pessoal do Twitter, li finalmente a obra do Youtuber Marco Abreu, publicada ano passado, 2018, em versão digital. Admito não ter ido com expectativas positivas do que esperar. O autor já demonstra limitações textuais no seu blog pessoal, quanto a posts mal escritos e um vocabulário muito limitado, cheio de vícios de linguagens e erros ortográficos. Mesmo tendo essa noção, fui surpreendido (negativamente) por um produto literário de conteúdo horrível, preguiçoso e de péssima qualidade.
Primeiro, um “pequeno” resumo do livro:
Resumo da história
Sinopse: “Um garoto acordou sem suas memórias perto de uma estrada do Sul. Com ele, apenas uma espada em condições ruins, mas com propriedades anormais. Ajudado por uma família, e depois por membros de uma guild, ele logo constatou que todos que ficavam perto dele acabam sofrendo, e se isolou.
Felizmente, ele nunca estava sozinho, uma fantasma, estava sempre a seu lado. Nos seus momentos mais felizes, e nos mais tristes, ela sempre estava lá para apoiá-lo. E com ela, ele seguiu, em busca de um sentido para sua vida, e respostas para os mistérios que o cercavam.
Um dia, finalmente conseguiu uma forma de obter respostas sobre si mesmo, ao entrar em uma missão, que, teoricamente, era para ser simples. Mas a missão não era o que aparentava. O que começou como uma escolta, virou algo sem precedentes na história do seu mundo.”
Se você leu a sinopse acima, a impressão que fica é: o livro vai contar a história do Arian nessa missão, em busca do seu passado perdido, enfrentando perigos ao longo do caminho, correto? E se eu disser que a história PRINCIPAL só começa depois do capítulo 20, onde ½ do livro são arcos periféricos que não agregam em nada a narrativa? Pois então...Vou tentar ser muito sucinto nessa parte, até para não alongar muito o texto, que já está grande para um caralho.
Começamos o livro com um arco de apresentação. Até aí tudo bem, porque é o que se espera do começo de um livro. Introduzir os seus personagens antes da grande aventura que irão enfrentar. E a sinopse dá entender que iria começar o capítulo introdutório com o passado do protagonista após acordar na beira da estrada. Então...não é bem assim que acontece de fato.
O primeiro arco começa em um bar, a partir da visão do segurança(???) do local, com seus pensamentos descritos pelo narrador do livro (a escrita é em terceira pessoa). Você já começa a torcer o nariz com aquele mundo, graças a inserção de vários conceitos avulsos e perdidos que não condiz muito com a realidade relatada. Aquele universo lembra muito o período medieval/feudos da nossa história antiga/idade média. Porém, o que nos foi apresentado é um mundo em que temos:
· Um sistema militar hierárquico e organizado, onde temos patente e divisão de funções bem definidas.
· A função/emprego de segurança em locais privados como bares(não são militares e sim pessoas normais sem treinamento específico).
· Sistema econômico complexo (conceitos avançados) , com noções de valores e mercado financeiro (só faltou citar a inflação no livro).
Entre diversas coisas, que geram certa estranheza e uma bagunça dentro das próprias regras estipuladas nas descrições. Vamos relevar por enquanto essa confusão de ideias prosseguir com o livro.
Voltando ao resumo, esse primeiro arco é basicamente uma forma de apresentar a GRANDE FORÇA “OCULTA” que o Arian tem no quesito podeforça. E qual a situação que o autor escolhe para demonstrar isso? Uma cena de ESTUPRO 🤦‍♂️(já vou abordar esse assunto mais para frente). Tudo se passa com uma MEIA-ELFA (enfatizo a palavra, porque é a motivação principal do Arian são essas mestiças inter-raciais), junto com o segurança (namorado dela), em que ambos são atacados por militares MALDOSOS e SÁDICOS (adjetivos usados a exaustão para todos os vilões desse primeiro livro). São salvos pelo protagonista aparecendo no momento previsível e oportuno. Depois do resgate, o Arian parte para outra jornada. Acabou o primeiro e nisso, já foram seis capítulos do livro. Enfim, um arco ruim e tosco que só serviu para apresentar três personagens que são de fato úteis: o Arian, o Cavaleiro Negro que o auxilia no resgate e na batalha (falo mais sobre ele depois), e da (nome da fantasma que está na sinopse e esquecida pelo autor por quase todo livro).
Em seguida, temos um segundo arco cheio de clichês até no talo. Um TORNEIO DE COMBATE está acontecendo, com a óbvia participação do Arian, é claro. Para quem vivia reclamando de histórias shounen, são mais dos mesmos, criança como protagonista, e sei lá mais o quê, o próprio Marco utilizar a mesma estrutura de uma competição/torneio como arco seguinte da introdução, semelhante a Dragon Ball, Naruto, Black Clover, entre outros mangás famosos de porrada, é no mínimo esquisito, bizarro, para não dizer contraditório. E somos apresentados a mais três personagens no final do campeonato: Marko, Kadia (ela consegue ler as mentes das pessoas a sua volta) e Dorian que farão parte da party dele.
Já se foi quase 20 capítulos até aqui de 44 presentes no livro vol. 1. Estou perto da metade do livro e quase nada da sinopse foi citada ou trabalhada no enredo? Sim. Exatamente esse sentimento que fiquei conforme lia o livro. É uma enrolação que não chega a lugar nenhum, falando em termos de história que está sendo contada. Foi uma introdução GIGANTESCA e INFLADA para aparentar que o livro é rico em detalhes ou informações (que não é verdade), elevando o número de páginas sem uma boa justificativa para tamanha demora em entrar na trama principal. Parece um trabalho acadêmico e escrito por um universitário preguiçoso, que tinha um número de páginas mínimas para fazer, só que ele não estudou suficiente para isso, e enrolou preenchendo com dados inúteis para alcançar os requisitos exigidos para a entrega e avaliação.
Mas agora parecia que ia entrar na trama da MISSÃO IMPORTANTE dita na sinopse. Mais personagens foram introduzidos e dava a impressão que agora ia para o rumo central, do que supostamente o livro devia contar. Só que não é isso que acontece. A Kadia, personagem que citei anteriormente, decide ler a mente do Arian e temos MAIS TRÊS CAPÍTULOS SOBRE O PASSADO DO PROTAGONISTA. Tipo, já se passaram mais de vinte capítulos e não começou a missão principal ainda??? Sim. É isso mesmo. Mais uma fuga do tema para contar mais alguma história paralela sem função para o enredo principal. (Se fosse no Enem, era zero certeza)
Resulta que temos um terceiro arco sobre o passado do Arian, após ele acordar na beira estrada com a . Prefiro não detalhar esse trecho, porque dos supostos três capítulos que servem para desenvolver o Arian e o que aconteceu com ele, dois desses capítulos são dedicados exclusivamente a descrever cenas de ESTUPRO com muito “entusiasmo”. Nada do que é esperado de um arco que apresenta o background do personagem principal, foi feito aqui. Foram capítulos inúteis que só tinham o propósito de CHOCAR. Até existe uma tentativa elaborar um conflito interno do Arian, só que é jogado fora completamente, porque no presente(em relação ao livro), ele não sofre mais com essa indecisão mostrada nesse trecho. Mais tempo perdido de leitura.
E finalmente, depois de três histórias pouco produtivas, chegamos no quarto arco que é a missão de escoltar a Lara e um objeto poderoso. Já passou metade do livro, e a jornada só começou ali. Tranquilo. Parece que vai engrenar. E vou lendo, e lendo, e mais lendo e nada de interessante acontece. Não é exagero. São vários capítulos deles cavalgando e dialogando entre si, enfrentando uns bandidos fracos, conversando mais um pouco, portais bidimensionais abrem e sugando tudo ao redor(???), personagens se salvam do perigo, conversam mais ainda do que antes...São 8 capítulos dessa forma, onde não temos coisas acontecendo ou eventos que movimentam a trama. É só eles indo por uma estrada até seu destino.
Talvez, até o autor deve ter percebido isso, que o livro estava ficando chato, coisa e tal. Então, ele decidiu deixar as coisas mais EMPOLGANTES. E qual foi a tática que ele usou para movimentar a trama? Colocar mais ESTUPROS. Né...Insinuar estupros com crianças de 6 anos de idade não choca mais como antigamente(sendo irônico aqui).
Temos mais lutas para defender as MEIAS-ELFAS do destino cruel que é a escravidão e os abusos sexuais, mais poder “oculto” do protagonista, mais Cavaleiro Negro (ele surge do nada em diversos momentos do livro) na jogada e termina a batalha sem grandes consequências para ninguém.
Não satisfeito, o autor foge novamente da trama principal e insere uma side-quest, em que o Arian e a Lara vão fazer, com o objetivo de matar os mortos vivos que estão na floresta daquela região próxima. A missão que é mencionada como a PARTE A MAIS IMPORTANTE do enredo que modificaria o mundo, e que iria mudar o Arian para SEMPRE, foi novamente jogada para escanteio e o foco se voltou para uma parada nada a ver.
Nem sei se classifico como quinto arco, ou capítulos de fillers essa missão secundária, porque nada o que ocorre nesses capítulos, tem grande relevância ou repercussão nos personagens ou movimenta trama, dita como a central. É mais um jeito de enrolar e esticar uma história que podia ser contada em poucas páginas. Para acelerar o processo de resumir o livro, o arco é uma missão que começa fácil, complica a situação, aparece Goblins, rola MAIS ESTUPROS (Goblin Slayer manda um abraço), eles lutam com milhares de Goblins, são salvos por uma deusa que não apareceu em nenhum momento anteriormente no livro (Deus Ex Machina fudido), e voltam para o grupo principal para completar a missão. É isso tudo que acontece nessa missão. Temos mais algumas informações (inúteis) sobre o passado do Arian e só.
Percebi que está terminando o livro. Faltam menos de cinco capítulos e pensei: Assim que vai terminar? Vou complementar o meu apanhado dizendo que, desde do capítulo 37 até o 43, só são lutas durante toda a narrativa. Porque mesmo voltando para o grupo principal, a cidade em que estavam todos da party do Arian, sofria uma invasão liderada pelo Cavaleiro Negro. Sim! Aquele mesmo Cavaleiro que salvou o Arian em vários momentos do livro anteriormente. E descobrimos que esse Cavaleiro Negro era o melhor amigo do protagonista na época em que ele estava na Guilda da cidade que se hospedaram.
O que era para ser uma reviravolta de roteiro ou um plot-twist, acaba se tornando uma situação vazia, já que esse suposto amigo do Arian, aparece em duas páginas no máximo do livro e não é estabelecido esse suposto vinculo de confiança entre os dois. Só mais uma situação jogada ali para nada. E novamente, seguindo o padrão de resumo do livro: lutas acontecem, vários personagens aparecem, mais lutas, mais pessoas surgem do nada, mais lutas com descrições confusas, mais gente que aparecem do nada, lobisomens que podem se transformar em URSOS(???), gente voando para trás, se dissipando, humanos normais, (vocês vão entender o que foi isso mais adiante no texto), mais lutas, mitologia grega e nórdica, dragões bidimensionais, portais pandimensionais, deuses aparecendo do nada, mais lutas, pessoas (a party do protagonista) sendo salvas no último minuto por personagens aleatórios, mais Deus Ex Machina ali, mais lutas, mais um pouco de Deus Ex Machina que não foi o bastante...enfim. Foi uma mistureba de eventos, que aquele mundo caracterizado no inicio do livro, nem se parece mais com o que foi descrito no final. Tudo é inserido ali a moda caralho, sem trabalho de construir algo coeso e que seja factível para existência desses elementos naquele universo.
Logo após essa lambança, o último capítulo (44) é dedicado exclusivamente a explicações (que já deviam ter sido feitas nos capítulos anteriores) e informações que eram necessárias (ou não) para dar base a estrutura daquele mundo no livro. Mas imaginem por um segundo, vocês lendo uma monografia cientifica, em que o texto daquele documento, foi feito por completo no dia anterior às pressas pelo autor. Pois é. Nas crônicas do Arian, coisas são simplesmente ditas no final e que devemos aceitar porque o autor está dizendo. Foda-se que não faz sentido, ou que não foi estipulado anteriormente, ocasionando a impressão de “termina de qualquer jeito, porque não é um capítulo de luta”. Foda-se tudo que é importante para construir uma boa história.
E temos finalmente o epílogo, em que o Marco tenta fazer um “joguinho com leitor”, escrevendo sete mini histórias que ocorrem antes dos acontecimentos do livro, sem a menção dos nomes dos personagens principais durante a escrita, para que o LEITOR TENTE adivinhar “A QUEM PERTENCE AQUELE PASSADO”. O resultado é algo idiota porque, você utilizando um pouco lógica e a técnica de exclusão de opções, você já sabe quem é quem nesse epílogo medíocre. É uma tentativa fracassada de tentar terminar o livro de uma forma diferente do comum. Se não consegue nem fazer o básico, não inventa.
Comentários Gerais:Erros de português
Já esperava uma qualidade questionável quanto a escrita do livro, principalmente voltado a parte gramatical e semântico de forma geral, porém fiquei surpreso o que li(Sou horrível em português e ainda sim fiquei chocado). Primeira coisa a ser apontada foi a presença de 3 REVISORES para a publicação. Tem editoras grandes que nem conseguem duas pessoas para revisar os textos publicados em seus livros/mangás/revistas...imagina 3 pessoas para revisar algo. E quanto mais gente melhor, não é mesmo? Errado. Mesmo tendo distintas pessoas revisando a redação literária, incluindo o próprio autor que afirma ter revisado diversas vezes seu próprio texto, o livro ainda apresenta erros ortográficos gritantes. E não são poucos. São MUITOS. Chegando ao absurdo de ter mais de três erros grotescos na mesma frase. Contei 934 erros em 384 páginas, incluindo a parte dos agradecimentos, que também continha deslizes gramaticais. (Cheguei a contar até certo ponto certinho, mas me perdi na contagem, deixando passar outros erros sem adicionar no montante. Aposto que passa de mais de mil erros, sem exageros).
A variedade dos erros vai de frases começarem no plural, mudarem para o singular e voltarem para o plural (vice-versa) incorretamente, conjugação dos verbos nos tempos errados, ausência de acentos nas palavras, o uso excessivo das vírgulas em diversos momentos e da falta delas em outros (passa a noção que o Marco não sabe utilizar as vírgulas):
“...governava aquela área, e habitava, normalmente, um castelo, na maior cidade...”
É um exemplo de vários trechos semelhantes que o livro apresenta.
No entanto, esses não foram os destaques do conjunto de ERROS. Teve uma coisa que chamou mais a minha atenção: as repetições de palavras dentro de um pequeno trecho. Fica a dica para qualquer um, aspirante a escritor, que a diversidade do vocabulário é muito importante em um livro, para deixar a leitura mais natural e “fluída” para o leitor que irá consumir sua produção, tenha a experiência mais agradável possível enquanto ler seu produto. É tão bom ler linhas de um texto em que a narrativa é envolvente não só pela história sendo contada, como as palavras que estão sendo utilizadas para transcrever os cenários imaginados. É muito prazeroso.
Contudo, no livro do Marco, as restrições dos conhecimentos do autor em termos ou sinônimos de várias palavras, deixa a leitura truncada, cansativa e nada convidativa a continuar lendo, porque o leitor fica exausto por ter que parar a leitura e reler diversos trechos do livro, na tentativa de entender o que está acontecendo ali. Nas descrições das lutas, é um show de horrores. Como um autor tem a coragem de escrever uma luta dessa forma:
“Desvia, bloqueia, desvia, bloqueia, desvia, desvia...”.
É um cheat isso??? É um Fatality do Scorpion do Mortal Kombat??? Sei lá o que seja isso. DESCREVA A LUTA CARAMBA!
Ele adora muito a utilização de vários vocábulos. Gosta tanto, que utiliza diversas vezes a mesma palavra, e na mesma frase inclusive: “...fazendo com seu CORPO seja jogado para trás, abrindo diversas feridas em seu CORPO....eram muitos CORPOS caídos ali”. E nem é só a palavra “corpo” que ele repete direto. ”Mudando de assunto”, “Falando nisso”, “sendo jogado para trás”, “dissipou”, “capuz”, “bracelete”, “sádico”, “humanos normais”, “arremessado”, “vários metros para trás”, “força do golpe”, “chances de isso acontecer”(é quase o vídeo dele de chances de nova temporada de um anime qualquer)...tenho uma lista enorme de palavras que se repetem múltiplas vezes em diferentes trechos do livro. Destaque para os “humanos normais”, que parece ser a única métrica comparativa que o autor conhece para estipular um comparativo entre os níveis de poder dos personagens. “Ele é tão forte, que sua força é equivalente à de 5 humanos normais”, “Ela quebrou o escudo do seu adversário, que aguentaria a força de mais de 10 humanos normais.”, ”...aquele guerreiro aparentava ter a força de 8 humanos normais.”, seja lá o que for a força de um HUMANO NORMAL naquele mundo. Além de ser um comparativo vazio, já que a dimensão de forças é baseada em humanos (sendo que eles são humanos do nosso mundo, ou são humanos com outros fatores mágicos? não diz ou fica claro) que não foi detalhada ou descrita no livro, fazendo com que o leitor tenha que completar diversas lacunas deixadas pelo autor, em ambientar de forma mais clara, o que CARALHOS acontece ali. Falando em lacunas...
Personagens
Sou grande fã de desenvolvimento de personagens. Aprecio tanto, que diversas obras audiovisuais que curto, tem esse apelo ou essa característica marcante durante sua exposição dos eventos. E ler esse livro, onde TODOS OS PERSONAGENS SÃO UNIDIMENSIONAIS, me dá uma preguiça inacreditável.
– O protagonista está numa peregrinação em busca de salvar meias-elfas, levando-as para cidade prometida. E tem o passado do protagonista. – Alguém fã dele vai dizer.
Sim, temos o objetivo moral dele de resgatar as meias-elfas e do Arian que está buscando recuperar suas memórias perdidas. Mas e quando ele tem acesso a esses fragmentos importantes sobre sua história, o que acontece? NADA. O personagem não cresce ou se desenvolve de nenhuma forma ao saber dessa informação. Nem impacto ao redor é sentido quando coisas acontecem ou são reveladas. Todos os personagens são apresentados de um jeito e terminam o livro da mesma forma. Não temos arcos de construção, nem mudanças no status quo de alguém. Não temos nenhuma mensagem querendo ser passada durante a leitura, nem construção decente de interesses românticos aqui (coisa supervalorizada pelo autor).
Sabem os animes haréns, em que o protagonista sem graça, consegue atrair diversas gurias (as mais atraentes da região) para serem possíveis namoradas dele no decorrer da temporada? Então...acontece a mesma coisa nesse livro. Personagem apelão, não bonito, misterioso, CAPAZ DE ESPANCAR UMA MULHER QUEBRANDO SUA PERNA E BRAÇO (aconteceu no torneio), tem o seu CHARME para as personagens femininas dessa obra. Parece simplista? Com certeza é. Esqueça das camadas de personalidades que os humanos têm. Quanto mais clichê e simples for o personagem, melhor. Não interessa que o Arian gosta de meias-elfas (loiras, olhos azuis, corpo chamativo), nem dessa busca do próprio passado, ou do trauma que a Kardia tem com a morte da figura paterna dela. Nada ameniza a péssima construção de personagens, principalmente das femininas.
E falando nas personagens femininas do livro...
A banalização do estupro (e da violência geral com as mulheres do livro)
Já comento que não sou purista ou coisa parecida. Não me importo que tenha cenas de estupros ou de violências extremas com personagens femininas nos animes, filmes, novelas, seriados, ou outras formas de entretenimento. Sou critico quando essa situação é usada para BOSTA NENHUMA (SÓ PARA CAUSAR). Antes de começar a descer a lenha NESTA PORRA DESSE LIVRO (eu estava calmo, mas aqui não dá...), vou devolver qualquer replica ou contra-argumentos que possa vir sobre a minha opinião com apenas três perguntas. Essas três perguntas, é um teste básico (famoso) para ver se alguma obra utiliza a ferramenta do ESTUPRO de forma NÃO SEXUAL ou BANALIZADA:
  1. O estupro ocorre do ponto de vista da vítima?
  2. Essa cena de estupro, ela possui proposito de desenvolvimento da personagem em vez da trama ou narrativa?
  3. O abalo emocional da vítima é desenvolvido depois?
Se por acaso, durante a execução desse teste, houve UM NÃO como resposta para qualquer uma das três perguntas, podem ter certeza que a cena em questão, foi escrita só para CHOCAR de FORMA GRATUITA o espectador ou o LEITOR. Então, posso dizer que o livro do Marco Abreu, é uma síntese da MISOGINIA redigida em formato literário. É um NÃO para as três perguntas acima com facilidade, analisando o livro como todo e a representação dessas cenas que são mostradas.
Conforme eu ia lendo, não me chocava com o fato acontecendo em si, e sim da forma que foi descrita toda a violência. Primeiro de tudo, todas as 6 cenas de estupros do livro (sim, em apenas um VOLUME, temos tudo isso da utilização de artificio), ocorrem a partir da visão do Arian, personagem masculino. Já começa totalmente errado. Segundo, os estupros só tem a finalidade de servir como fator motivacional do protagonista para agir contra os agressores. As vitimas são deixadas de lado, para exaltação do feito heroico do nosso protagonista, HOMEM, em salvá-las do perigo. Terceiro, depois que são violentadas, as personagens NÃO APARECEM MAIS NO LIVRO. ELAS SOMEM. NÃO HÁ DESENVOLVIMENTO PARA ELAS E NEM CITAÇÕES POSTERIORES EM OUTROS CAPÍTULOS. Fica na mensagem: “Mais uma donzela é salva. Vamos para a próxima em perigo.”. É muito ruim isso. Quarto ponto, o EXAGERO NAS DESCRIÇÕES quando é uma mulher na cena, em comparação a um homem sendo agredido da mesma forma. Dou até um exemplo. No flashback do Arian, rola estupro da mãe e da filha de uma família que o acolheu quando ele perdeu as memorias. Mas o que aconteceu com o PAI da família? É simples. O vilão desse flashback tem “senso de justiça” e antes de começar a torturar as duas, ele vira para o pai e diz: “Você é muito bonzinho para ver o que vai acontecer daqui para frente”. Facada no coração dele e morre o HOMEM da família. Em um parágrafo, o pai é morto e o vilão, por ALGUM MOTIVO, executou o pai em vez de TORTURA-LO, terminando por aí a violência contra ele. Mas para AS OUTRA DUAS NÃO FOI ASSIM. É nojento, porque foram páginas e páginas de violência contra as duas, com as maiores descrições possíveis (da melhor maneira que o Marco consegue descrever algo), desde de dentes quebrados no soco, facada na perna junto com assinatura do agressor na barriga da vítima com uma espada, fratura no braço, estrangulamento, estupro, morte... É um capitulo inteiro dedicado a isso. Serve para alguma coisa??? PARA NADA. Só serve para chocar ou punheta do leitor (talvez do autor também, não descarto a possibilidade).
E quem dera se fosse só nessas cenas polêmicas. Até nas lutas, o lado “SADISTA” do autor aflora quando tem mulher na parada. “Ele toma uma espadada nas costas e cai morto no chão”, para o caso masculino. Simples e rápido. Agora para o outro gênero: “A espada perfura sua armadura atingindo seus peitos, com o agressor torcendo a bainha, fazendo com que a espada destrua seus órgãos internos, jorrando sangue e agonizando em dor. Ela tenta proteger seu amado enquanto é agredida em seu rosto por socos.” no caso feminino. Detalhado e exagerado. Tenho minhas dúvidas se ele não faz isso de proposito por causa de um rancor amoroso que ele teve no passado.
Também tem a forma que é introduzida todas as personagens femininas no livro. É de ficar batendo cabeça na parede de arrependimentos por ainda continuar lendo isso. “Kadia, com cabelos longos (tara do autor) e pretos, corpo escultural...”, “Lara, loira, olhos azuis, um corpo que chama a atenção dos demais homens enquanto passa.”, “Joanne, mesmo dentro de sua armadura(???), dava para ver sua beleza incomparável a de outras mulheres normais, com um corpo que exalta beleza.”. Já deu para sacar que o primeiro atributo descrito das personagens femininas nesse livro é seu corpo ou beleza. Supostamente, de acordo com o autor, temos personagens femininas fortes no livro. Só que o “forte” para o Marco é no quesito físico, porque NENHUMA DELAS tem características marcantes ou independentes a figura masculina. Nem no teste de Bechdel, as personagens passam. É idiota e superficial. Fica parecendo que estou lendo uma fanfic escrita por um adolescente de 12 anos que nunca interagiu com alguém do sexo oposto.
E puxando o assunto interações...
Diálogos
Aqui fiz um seção especifica para o desastre total que o autor faz pensando que isso seja um dialogo normal entre duas pessoas. Tem muitas conversas nessa história, até demais por sinal. Vai desde de diálogos expositivos onde os dois personagens sabem da informação ou o que está acontecendo, e mesmo assim verbalizam a situação explicando novamente o que houve, para até diálogos dignos de animes ecchi genéricos lançados por aí no Japão. Chega ao absurdo de ficarem três páginas inteiras discutindo sobre qual a raça de cavalo é mais rápida. PARA que quero saber isso?
No entanto, a parada que mais me irritou é a falta de naturalidade na fala de cada personagem. Explico o que eu quero dizer. Quando temos o conhecimento de como os personagens são, como adjetivos, vícios, problemas, comportamento, e outras partes que compõem a persona deles, adquirimos a noção de como o personagem irá falar. Se for tímido, ele vai falar pouco e ocasionalmente na história. Talvez até pausadamente, pensando duas vezes antes de se pronunciar. Se for extrovertido, vão ser linhas e linhas de falas dele, com uma desenvoltura mais solta ao se expressar e verborrágico ao extremo. São exemplos simples e fáceis de entender.
No livro do Marco não se tem isso. Todo mundo fala igual e da mesma maneira. Não há distinção entre um e outro. Se a narração não identificar quem está falando o que, você fica perdido durante a discussão. Apesar da ficha de descrição de cada um dos personagens ser uma linha única, na teoria são todos distintos entre um e outro. Entretanto, quando vão conversar, todos aparentam serem as pessoas mais racionais e calculistas do universo. Pensam demais, teorizam demais, explicam demais:
“Você é muito impaciente Lara. Não se precipite ao atacar”.
Duas linhas depois:
“Devemos atacar a caverna pelo lado direito, discretamente, e aguardar, até os Goblins saírem de perto das prisioneiras, derrubando um por um, assegurando a situação das mulheres – disse LARA”.
A mesma personagem que na teoria é a IMPACIENTE do grupo, arma um plano, calcula probabilidade, é fria/apática ao que está vendo, e tem toda a calma do mundo para explicar um plano para outros personagens sem partir para ignorância de uma vez. As personalidades de todos são iguais, sem distinção alguma. É algo nítido, visto o linguajar extremamente informal e racional que todos assumem na maior parte do tempo.
Em suma, se você já viu vídeos do Marco, vai perceber maneirismos, vícios de expressões e vestígios da personalidade dele nas falas dos personagens do livro. É praticamente o leitor acompanhando um grupo de personagens iguais ao Marco da vida, conversando entre um e outro, sendo os mais prolixos ao falarem, realizando uma missão de escolta para uma cidade qualquer.
Referencias (ou plágios???)
Referencias não é algo ruim. De maneira nenhuma. Muitas excelentes obras, partem de sua ideia inicial de outras histórias já contadas anteriormente. Ter algo para inspirar na sua criação, é bom para sua produção e desenvolvimento.
Não posso dizer que o livro do Arian fez isso de forma “saudável”. Apesar de apresentar algum diferencial em sua estrutura, têm muitos elementos copiados de outros animes ou filmes bem descarados. Desde do passado do Arian, ser extremamente parecido com a do Goblin Slayer, à personagens serem muitos parecidos com obras favoritas do autor, como Akame Ga kill, SAO, Tate no Yuusha,...Tudo é muito familiar, chegando ao ponto de deixar todos os eventos do livro previsíveis. Cheguei a tuitar enquanto lia o livro, chutando o que iria acontecer mais para frente e quase todas as vezes eu acertava o que ocorria, porque tudo era manjado. No momento em que você já assistiu a maioria dos animes citados acima, tudo parece mais do mesmo. A história contada aqui, não tem identidade própria.

Fiz uma seção especial para a personagem, para fazer uma simples pergunta. QUEM É ?
-Ué, mas você não leu o livro?
Li, e é por isso que surgiu a minha dúvida. Ela SUPOSTAMENTE é importante para o protagonista e RELEVANTE para o enredo do livro, conforme citada na sinopse. Então, por que ela não faz NADA durante o livro? Ela serviu para alguma coisa, além de ser um “alivio cômico” em momentos pontuais? Não é atoa que ela é um fantasma, já que ela é invisível até mesmo para o autor que esquece de mencionar ou narrar o que ela está fazendo. Ela só é lembrada quando o Arian está abraçando alguma mulher, e ela faz cara de emburrada (piada de comédia romântica) ou quando o PROTA está ferido gravemente, e ela tem o semblante de preocupação. Só nessas ocasiões que lembram que ela existe e que precisa interagir com a situação. Fica ainda mais crítico depois que começa a batalha dos Goblins. Um quarto do livro ela some, mesmo tendo sido dito que a fica grudada com o Arian 24 horas por dia. Nem citada o que está acontecendo ao redor dela ocorre durante as descrições das lutas. Ela é totalmente descartável nesse primeiro volume. Ela estar ali ou não, faz diferença nenhuma para o enredo. E que nome é esse? É uma tag HTML?
Mais alguns detalhes incomodativos
Vou fazer uma lista para agilizar, até porque já passou de 4 mil palavras e estou tentando colocar tudo nesse texto, o que eu não curti durante a minha experiencia de leitura das Crônicas de Arian.
· A tara do protagonista com Meias-Elfas (alvos primários dos estupros no livro). A justificativa é porque elas não são puras no quesito racial e vivem na margem da sociedade. Porém, só acontece a desgraça com elas. Os MEIOS-ELFOS nem citados são, os coitados.
· Duas páginas escritas para inserir a informação de que bosta de cavalo serve para espantar os Goblins do local, e isso não ser utilizado para nada até final do volume. Foi só encheção de linguiça.
· A alternância de visões dos personagens no foco narrativo entre os capítulos. Não fazia diferença se o capítulo era na visão do Arian ou da Kardia, ou do Dorian, ou da Lara. Tudo levava para o mesmo resultado, sem ter nenhum tipo de aprofundamento enquanto fazia esse tipo abordagem.
· A utilização de palavras pouco usuais da língua portuguesa. Ele ia de uma escrita informal, para formal, depois para cientifica, e seguida voltava para informal. E vários momentos que ele empregava termos mais complexos, de maneira totalmente errada. Se não se garante nem no básico, não arrisca no difícil.
· “Chances baixas de ganharmos.”, “Ele tem chances baixas de vencer”, “As chance são baixas de sobreviver”...era um saco isso a toda hora. Parecia que estava vendo um vídeo do Marco de “Chances de nova temporada para anime tal”.
· As frases filosóficas baratas: “Não tenha medo de errar, repita até ficar melhor, e saiba admitir a derrota.”, “A morte não te ensina nada. Mas se permanecer vivo, pode aprender com seus erros e saber como ganhar da próxima vez”, “Confie em mim, entendo de mulheres, se não se impor um pouco, ela nunca vai te ver como homem. Agora vai lá e joga umas verdades na cara dela, e não aceita um não como resposta”. E são muitas frases. Todas idiotas e nada fica de aprendizagem delas.
· As regras econômicas daquele mundo. Você ganha 100 moedas de bronze por dia trabalhado. Com 10 moedas de bronze não é possível nem comprar um pão, porém com cinquenta moedas, dá para comer bem durante o dia todo(???). Não foi afirmação minha, está descrito no livro. Além de nenhuma noção de economia, o real valor das moedas é um foda-se gigante. Se não tem condições de elaborar um sistema monetário decente, não menciona.
· As insinuações sexuais com crianças. Há cinco momentos no livro que isso acontece e é complicado. De novo, quando aparece isso, você fica refletindo o motivo de continuar lendo o livro.
· O esquema de “pagamentos”. É igual Darker Than Black (quando ativa o poder, tem que fazer algo em troca), só que aqui é pior. A Kadia tem o pagamento de se masturbar(???). O Marko, personagem, tem que transar para fazer o pagamento. A Lara vira uma LOLI (linda, de acordo com livro) como pagamento. Só coisas escrotas e sem função narrativa. Eles não podiam só ficar exaustos quando utilizassem muita mana? Tinha que ter essa mecânica de pagamento?
· O código de barra da missão. Maluco chega numa vila ISOLADA, longe da cidade e me mete essa: “Viemos pela missão 568844EW” WHAT??? QUE BAGULHO É ESSE? É uma chave única de acesso a algum banco de dados? É senha de segurança de cartão de crédito? É a senha automática gerada no caixa eletrônico quando você vai sacar dinheiro? Que negócio ATUAL. Eles estão em um mundo MEDIEVAL, onde não tem comunicação ou troca de informações em tempo real, porém cada missão criada no planeta inteiro, vai ter uma ID única, referente ao local que foi estipulada, e vai valer para todas as cidades, ao mesmo tempo? Como eles validam isso? Que controle eles têm, sendo que não tem um servidor para fazer essa operação? QUE PORRA FOI ESSA?
· Há duas menções, bem rápidas, ao homossexualismo no livro inteiro. A primeira foi durante o primeiro estupro, onde o chefe/vilão do momento se vira e fala para seu capanga: “Você não gosta de homem? Vai se divertir com o segurança desmaiado”. Momento seguinte, o Arian chega e mata todo mundo. Segunda menção foi uma piada que soltaram no quarto arco: “Se fosse um menino de seis anos, aí deveríamos ficar preocupados”. O dialogo se refere a um amigo do Arian, gay, que recebeu a missão de escoltar uma garota de seis anos para a cidade prometida. Basicamente, a imagem de pedófilo/estuprador pode ser associada aos gays por tabela, junto com a mensagem de preconceito sendo passada. NADA machista e preconceituoso. IMAGINA. Só é IMPRESSÃO.
Conclusão
Já dá para notar que não vou recomendar o livro a ninguém. Principalmente, partindo do principio que ele está sendo cobrado para ser adquirido legalmente. Tem no site também, mas a forma comercial está valendo para essa comparação que estou fazendo aqui.
Existem muitos problemas nesse livro, e vários desses poderiam ter sido facilmente resolvidos se tivesse alguém, ou algum editor que confrontasse o autor, demonstrando onde precisa ser melhorado, apontando onde é necessária uma reescrita, tentar novas abordagens na história, etc. Porque parece que o editor é um limitador, censurador, que restringe a criatividade do autor, sendo que na maioria das vezes, ele está tentando ajudar o escritor a organizar melhor suas ideias e sugerindo melhores formas de coloca-las no papel.
A ausência desse tipo de pessoa nessa publicação independente, é muito sentida. O livro é uma bagunça. A ideia central da história está perdida num montante de conceitos jogados ali de qualquer forma, personagens sem desenvolvimentos adequados, repetições de conflitos ou de problemas enfrentados pelo grupo principal (estupros), a falta de preparo e de revisão ortográfica que atrapalha demais a leitura, a falta de originalidade para que transformasse o livro em um diferencial entre os demais, e o principal problema que é a falta de noção dos próprios defeitos que o Marco tem como escritor. Os comentários dele no final do livro deixa nítido a situação. Ele admitir que escreve mal não é o bastante. Durante todo o volume 1, não percebi nenhuma melhora ou tentativa de mudanças. Parece que está falando só dá boca para fora, mas não está fazendo nada para corrigir esse defeito. Só treinar escrevendo, não ajuda em nada. Tem que estudar sobre o assunto, se aprofundar em conceitos de como construir uma boa história, ler outros tipos de livros, memorizar as regras da língua portuguesa (muito importante para ele) e não só ter a noção/consciência dos defeitos, e ainda assim continuar repetindo eles durante a escrita do livro.
Não recomendo ninguém a comprar ou ler o livro As crônicas de Arian volume 1. Nem por diversão vale o tempo.
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2019.06.23 17:25 libelz O que está acontecendo comigo?

Isso aqui nem é realmente um desabafo, mas eu não sabia exatamente onde postar. Mas eu ainda quero conselhos, e achei que talvez aqui fosse o melhor lugar pra conseguir.
O negócio é o seguinte: sinto que a minha vida é só um compilado de tarefas uma após a outra, e estou procrastinando sempre. Só que não é exatamente o tipo de procrastinação "normal". Estou procrastinando não obrigações, e sim, atividades que seriam para o meu lazer. Procrastino ler um livro, sair com amigos, ir pra academia, jogar, assistir filmes/animes/séries, aprender uma língua nova, aprender algum instrumento, enfim, atividades que uma vez me deixavam ansiosa pra começar logo.
Fora essas atividades, eu não procrastino nada. Eu sempre cumpro minhas obrigações com faculdade direitinho ou coisas que preciso fazer em casa. Minhas notas são sempre boas e sinto que estou indo muito bem na vida acadêmica. Estou indo bem em basicamente todas as esferas da minha vida, mas é quase como se tudo fosse só mais uma obrigação, mais uma tarefa pra cumprir - inclusive as coisas que eu adorava passar horas e horas fazendo no passado.
Não é que eu não goste mais de fazer essas coisas ou não ache mais interessante. É só que quando tenho tempo livre e penso no que vou fazer pra preencher o tempo, penso "depois eu faço isso". E fica assim pra sempre. E o depois nunca chega. Eu só deito, falo com o meu namorado, assisto alguma coisa aleatória na TV, arrumo meu quarto ou algo assim, mas é sempre um eterno "fazer nada".
Antes que alguém venha me dizer que estou deprimida ou algo assim, eu não acho que seja exatamente esse o caso. Eu já estive deprimida no passado, e isso que estou passando no momento é completamente diferente de quando eu estava deprimida.
Não tem nada me incapacitando, eu continuo funcional, continuo fazendo as coisas que sempre fiz, só que sinto que de uns tempos pra cá, eu mudei, e agora sinto como se tudo fosse morno e nenhuma atividade realmente me deixasse ansiosa pra começar a fazer. E nem tem nada de errado com a minha vida, tenho um relacionamento "razoável" com meus pais, um namorado incrível, tenho acesso a educação, saúde, tenho casa, comida e roupa lavada.
Então, sobre isso, o que vocês acham?
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